.
81

Análise do jogo "Killzone: Liberation" para PSP escrito por E-Zine/MyGames

Escrito por E-Zine/MyGames, nota 81 de 100, enviado por Anônimo,
A inspiração para a criação de um videojogo pode advir de inúmeras fontes, mas existem algumas que são predilectas a quem tece o argumento para tal fim. A guerra é um desses casos, seja histórica, actual, ou simplesmente uma visão do futuro. Foi neste último ponto que os criativos da Guerrilla foram "beber" para dar vida a Killzone: Liberation. Em Killzone, o título da Guerrilla lançado em 2004 para a PlayStation 2, o nosso planeta foi atacado pelos Helghast, que tentaram a todo o custo aniquilar a raça humana, mas as suas intenções saíram goradas graças a nós. Em Liberation, somos nós que vamos atrás dos Helghast, passando de presas a caçadores. Killzone: Liberation começa com a nossa chegada ao planeta Vetka depois dos acontecimentos que findaram a primeira entrega da série. A ofensiva dos Templar e companhia sobre os Helghast conta-se em quatro campanhas concentradas e muito curtas. A sua duração assemelha-se mais a um resumo do que a uma narrativa. Mas, como qualquer bom resumo, está tudo muito fluido, o que resulta numa experiência de jogo muito intensa, frenética e acima de tudo, divertida. Não há um segundo de descanso desde que a primeira bala é disparada. Existem alguns momentos de frustração quando encontramos a morte várias vezes no mesmo sítio, mas lá diz o ditado: "Quem vai à guerra, dá e leva!".
Fonte: E-Zine/MyGames
label