O primeiro Alan Wake acabou se tornando um clássico cult entre os jogadores, e embora tenha terminado com um final em aberto, levou 13 anos para finalmente termos uma sequência do jogo.
Conversando com o portal VG247, o diretor criativo Sam Lake afirmou que o plano era fazer uma sequência na época, já tendo até mesmo ideias para um terceiro jogo, mas infelizmente a Remedy não conseguiu obter financiamento para o projeto.
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Estávamos planejando ir direto para uma sequência após o primeiro jogo. Tínhamos até algumas ideias sobre o que Alan Wake 3 poderia ser! Mas a indústria se move como ondas e o foco mudou da perspectiva da editora. Não foi possível obter financiamento, pois não havia interesse em continuar [Alan Wake] e fazer uma experiência single-player.
Lake afirma que na época a Microsoft possuía grande interesse em live actions, por isso o estúdio tentou apresentar um Alan Wake 2 contando com uma série entre os episódios. Embora a empresa tenha gostado da proposta da série, não se agradou do resto, o que levou à criação de Quantum Break.
Isso nos levou ao Quantum Break. Na época, a Microsoft estava pensando muito em live action. Incluímos isso em nossa proposta para Alan Wake 2; minha ideia era fazer episódios de live action entre os capítulos do jogo. E eles amaram isso… e uh, essa foi a única coisa que eles amaram [da ideia].
Então criamos um novo conceito em torno disso. Fui aos meus arquivos onde tinha essas ideias, e uma delas era a viagem no tempo – a qual acabamos escolhendo. Mas naquele ponto, estava muito claro que com a forma como as coisas haviam mudado, era impossível conseguir um acordo com uma editora onde eles não acabassem sendo donos da propriedade intelectual. Então, desde o início, ficou claro que Quantum Break seria a propriedade intelectual da Microsoft – e não queríamos perder a propriedade intelectual de Alan Wake.