Jogos com elementos de TPS também estão presentes
Publicado por Renatito, em .
Boa tarde, Gamevicianos! Mais uma vez estamos aqui para relembrar os melhores jogos desta geração que está chegando ao fim. Hoje é a vez dos jogos de ação e aventura, e a lista também abraçará os TPS (que também não deixam de ser jogos de ação / aventura). É um gênero muito popular e que corriqueiramente está entre as listas de melhores jogos do ano. Como foram muitos jogos bons desse gênero, faremos uma lista com 15 nomes.

Contei com a grande participação de nossos Moderadores Dex KOR e Billy Butcher, então considere como um artigo de autoria de nós três. A lista agora conta com a opinião de mais uma pessoa. Não colocamos mais de um jogo da mesma franquia e nem jogos que já apareceram nas nossas listas anteriores para assim poder dar espaço para mais jogos. Lembro mais uma vez que a lista está distribuída em ordem alfabética. Não utilizamos Metacritic como referência ou consensos da internet, aqui é opinião de gente que joga videogame como você! Abaixo só terá jogos que realmente jogamos.

É natural que um jogo que você goste não esteja na lista, por isso pedimos que discorde COM EDUCAÇÃO. Vamos fazer um debate saudável no campo dos comentários. Não despreze o nosso trabalho por simples discordância, pois listas como essa dão trabalho para se fazer, então estimule que mais trabalhos como esse sejam feitos aqui na GameVicio. Sem mais delongas, vamos à lista!



OS 15 MELHORES


Billy | Astral Chain


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Um dos melhores Hack'n Slashs desta geração sem sombra de dúvidas. O que a Platinum Games soube idealizar com o hardware do Nintendo Switch com Astral Chain é algo memorável, e algo que você pode notar ao jogá-lo, é reparar que ele tem muitos traços de jogos como Vanquish, também da empresa, e de seu cancelado Scalebound. Astral Chain trás uma forte dinâmica de combate com sua Legião, possibilitando uma longa variedade de combos e mecânicas de luta que tiram o jogo do famoso "esmaga botões" que muitos Hack'n Slashs sofrem nos últimos anos, aliado de uma trama que apesar de não ser tão profunda, tem personagens marcantes e não sofre de pontas soltas. Outro destaque ao jogo é sua Direção de Arte, que apesar de muito Oriental/Anime, trás designs mais Cibernéticos ou Espaciais, seja nos prédios, armas, armaduras, ou estética dos NPC's ao seu redor, provando que a empresa não buscou algo somente para a Gameplay, mas também que casasse totalmente com a estética e ambientação na qual o jogo se passa.



Billy | Control


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Este que foi o primeiro jogo multiplataforma da Remedy após mais de 10 anos criando apenas exclusivos da Microsoft, com Control, a empresa quis arriscar em um jogo focado mais na Gameplay do que em Quantum Break, ao mesmo tempo que utiliza muito de seus elementos como física, motor gráfico e elementos de jogabilidade. Sua maior diferença perante o jogo anterior da empresa fica por conta da trama e ambientação, onde puxa um pouco mais do que a empresa criou com Alan Wake em 2010, um jogo mais misterioso, cheio de detalhes e cenas de horror, porém bem calculadas na dose e na forma em que são colocadas, assinalando o selo Remedy na sua obra. No controle de Jesse Faden, você é encarregado de descobrir os mistérios de Bureau, e lá você vai desvendando toda a trama em que a protagonista é colocada, em um jogo de ótima duração, com um gameplay de certa viciante e bem único em alguns aspectos, e principalmente, cheio de Easter-Eggs e Momentos de Leitura que te instigam a investigar e tentar embolar tudo aquilo que está acontecendo.



Renatito | Devil May Cry 5


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A volta de Devil May Cry não podia ter sido melhor! Após o controverso DMC: Devil May Cry de 2013, a Capcom nos presenteou com um novo jogo da franquia 6 anos depois. Devil May Cry 5 faz o feijão com o arroz e conta com tudo de bom que já tínhamos na série: combate frenético, combos, gráficos excelentes (como em todos os jogos da época), puzzles e aquele velho Rock. A história se passa cinco anos após os eventos de Devil May Cry 4, com o gameplay das fases sendo alternado entre Dante, Nero e o novato V. Nero agora utiliza os braços robóticos Devil Breakers, cada um com habilidades diferentes, dando assim um maior dinamismo ao combate. É realmente difícil decidir qual o melhor personagem para se jogar, a Capcom caprichou nos três personagens. O vilão do jogo é um velho conhecido, você vai se surpreender... Em tempos onde o hack n' slash está quase extinto, Devil May Cry 5 acaba se tornando o Oásis para os amantes desse gênero de ação, e ainda bem que a Capcom ainda aposta na franquia.



Billy | Dishonored 2


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Sequência do jogo original de 2012, Dishonored 2 é para mim, e talvez para muitos, o que BioShock foi na 7° Geração. Em um jogo de desgin e artes únicas e pinceladas, você cai em um mundo mágico e perigoso como uma caixinha de Cubo de Rubik. É incrível explorar todo o mundo, descobrir mais habilidades e maneiras de enfrentar seus inimigos, seja a longa distância no Stealth Time-to-Kill. Além disso, sua trama é sólida e muito bem construída, como um fechamento perfeito para Corvo Attano, mas claro, em Dishonored 2, você tem pode jogar com sua filha, Emily Caldwin. A Arkane Studios também deu ênfase na opção e variedade de dificuldades de jogo e na versatilidade na árvore de habilidades, dando um aspecto muito mais SandBox e único ao jogo, onde você pode moldar toda a sua gameplay ao seu estilo de jogo, tornando cada experiência de Dishonored 2 única e divertida. E o que falar da sua excelente Trilha Sonora, suave e ao mesmo tempo tão pesada e emocionante, onde usa os profundos sons de Violino, Piano e Bateria para idealizar algo excêntrico e Europeu, além de conter músicas cantadas criadas unicamente para o jogo, que só de lembrar me dá certos arrepios de quão perfeito foi dado esse destaque ao jogo.



Renatito | Gears 5


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Gears 4 foi um jogo muito bom em quase todos os aspectos, com exceção da história que não agradou tanto. Gears 5 ficou com a missão de reformular a série e trazer uma trama tão empolgante quanto à trilogia inicial. A The Coalition foi bem sucedida em reformular a série, apesar de ainda não ter conseguido emplacar um grande enredo. O jogo conta com Kait como protagonista - a primeira mulher a assumir essa posição na franquia - e nos leva em sua jornada por respostas sobre a origem de sua família. O gunplay continua uma delícia, a movimentação agora está mais rápida e o robô Jack está a nossa disposição durante o gameplay. Existem trechos de mundo semi-aberto com pontos de interesse que podemos explorar, de geleiras a desertos (muito bonitos, por sinal). Esses cenários semi-open world dão uma variedade ao gameplay da franquia e realizar as atividades dos pontos de interesse são recompensadoras para o jogador. O multiplayer continua robusto, com várias opções para os jogadores, abraçando pro players e casuais. Ação é a marca da franquia Gears of War e ela está presente em Gears 5.



Dex | Ghost of Tsushima


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Eu particularmente nunca fui um dos maiores fãs da Sucker Punch. Acho Sly e Infamous no máximo bons jogos. Infamous sempre achei um jogo divertido, mas com os problemas do primeiro ao Second Son. Quando o estúdio anunciou em 2017 seu novo jogo, fiquei surpreso. Algo bem diferente dos últimos trabalhos e que abordaria uma cultura totalmente diferente dos nortes americanos. Um jogo que abordaria a temática Ninja\Samurai usando como base um evento real, a invasão mongol na Ilha de Tsushima. Embora meu hype tenha variado durante a promoção do jogo, hoje posso lhe dizer que é tranquilamente o melhor jogo da Sucker Punch. Se os três Infamous sofreram muito com a qualidade contestável das sides quests e como os jogos ficavam cansativos perto do fim, Ghost of Tsushima vai pelo caminho oposto. A começar pela direção artística fora curva, a forma como a Sucker Punch usa o contraste de cores e aquela dramatização típica de filmes clássicos de Samurais, faz com que o jogador não se canse do que está vendo e aprecie cada ponto novo que encontrar no jogo. As sides quests, outrora o tendão de Aquiles do estúdio, são extremamente caprichadas. A quantidade de personagens secundários com os quais o jogador criará vínculo, é bem alta. Embora a história não seja aquela “WOOOW”, ela funciona bem e serve para que cada personagem e suas próprias histórias cresçam até o fim do jogo. O jogo tem seus problemas, principalmente na falta de polimento em alguns pontos do cenário como rochas e parte do locais com água, além de algumas animações durante diálogo. Mas sem dúvidas, é um dos melhores jogos do gênero, e pra muitos jogadores, um dos melhores na geração.



Dex | God of War


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God of War da lista talvez seja o jogo que mais assumiu riscos. Logo após God Of War Ascension, questionamentos sobre o futuro da série foram levantados. De um lado a opinião de algumas pessoas que série precisava de uma reformulação, do outro lado pessoas dizendo que o jogo precisava manter sua estrutura que havia consolidado a série. Quando anunciado, God of War colocou dúvidas em parte dos fãs, e pra quem viu o documentário sobre a produção, vai se lembrar do trecho em que o pessoal da Santa Mônica relata sobre uma visita de Shuhei Yoshida, e que após ver o estado em que o game se encotrava, o chefão saiu com cara de poucos amigos. Mesmo com todo esse questionamento, a Santa Monica apostou na reformulação, e o produto final é o que se tornou o melhor jogo da série pra muitos, inclusive pra mim. Uma nova mitologia que é muito bem ligada a mitologia que serviu de pano de fundo pro passado da série, um NPC que te acompanha por 90% do jogo e que é extramente útil pra gameplay e tem bastante peso no presente e futuro da história, um combate muito mais próximo que elevou a imersão, uma construção de personagens muito mais profunda. God of War do PS4 não é perfeito, mas se me perguntar qual a “nota de recomendação” que eu daria pro jogo, é 10/10 sem dúvidas.



Renatito | Hellblade: Senua's Sacrifice


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Com certeza, este é um dos jogos mais reverenciados desta geração e o que mais apareceu nas listas de melhores indies internet afora. Senua, a protagonista, é uma guerreira picta que luta contra os seus problemas mentais depois de uma invasão viking que a deixou traumatizada. A história é baseada na mitologia nórdica e mitologia celta, e mostra Senua na sua jornada para o submundo de Helheim, na tentativa de salvar a alma o seu amado Dilion. O jogo aborda muito bem a psicose da protagonista, fazendo com que o jogador se sinta na pele da personagem. Desenvolvido pela Ninja Theory com um orçamento modesto e poucas pessoas na equipe de desenvolvimento, o jogo não faz feio a nenhum Triple A, sendo chamado pela própria Ninja como "indie AAA", com gráficos muito bonitos e som impecável. É realmente aconselhável jogá-lo com headset para poder ter uma experiência ainda melhor. Agora o estúdio foi adquirido pela Microsoft e uma continuação já foi anunciada: Hellblade 2. A continuação promete ser, no mínimo, do mesmo nível que o primeiro jogo.



Billy | Hitman 2


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Diferente de seu antecessor que iniciou este Reboot na franquia, Hitman 2 veio em um pacote completo, compre uma única vez, e tenha o jogo completo. Um dos destaques ao jogo também é o fato dele trazer toda a campanha de Hitman 2016 embutida, melhorando a forma do jogo se situar nos últimos acontecimentos de sua trama, que apesar de rasa, funciona bem com o formato. O Agente 47 tem aqui uma longa variedade armas, equipamentos de explosão, granadas, facas, armadilhas, envenenamentos, e outros objetos que podem ser usados para completar seu objetivos e eliminar seus alvos, sendo um verdadeiro Stealth Simulator. O ponto chave colocado pela IO Interactive é a permissão de você voltar as fases em que já concluiu, independente se você já terminou a campanha ou não, e dar a chance de realizar novamente as missões, com outros métodos, invadindo ou operando de formas distintas, e podendo até se disfarçar de aliado dos seus inimigos para se elimina-los no Final. É uma verdadeira caixinha de surpresas repleta de formas que você pode usar para executar suas ações, e os destaques ficam principalmente a sua contrição de cenário e design de fases, que além de grandes e bonitos, te dão muitas oportunidades de recomeçar e e tentar novamente de outras formas, além da própria IA e Inimigos, sendo muito deles atores famosos de Hollywood ou Jornalistas Americanos de destaque, deixando o jogo com aspecto mais "Premium".



Renatito | Middle-earth: Shadow of Mordor


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Sombras de Mordor foi um dos primeiros jogos que joguei nesta geração e ele me mostrou o que a oitava geração seria capaz. Sendo mais uma pérola da Warner Bros. desenvolvida pela Monolith Productions e situado no universo de Senhor dos Anéis, Middle-earth: Shadow of Mordor deixa os jogadores de queixo caído com seus gráficos e um mundo onde cada Uruk (Orcs inimigos do jogo) parece ter vida própria. Isso foi possível graças ao sistema Nemesis, onde cada inimigo pode ser recrutado para o seu exército, aproveitando-se as suas qualidades, ou pode ser executado fazendo a sua tropa se render ou ficar fragilizada. O líder Uruk terá pontos fortes e fracos, podendo ser explorados em combate para enfraquecer e derrotar o líder de forma mais rápida. O jogador pode obter conhecimento deles encontrando informações que podem ser drenandas e interrogadas através de determinados Uruks. Se os Orcs gerados proceduralmente sobreviverem a um encontro com Talion (protagonista do jogo), eles também podem ser promovidos. Além disso, suas mortes ficam registradas através de servidores online, e os seus amigos serão notificados dessa morte e terão a chance de aceitar uma missão de vingança contra o Uruk que lhe matou. Se a missão for bem-sucedida, o jogo recompensará o você e seu amigo. O combate é muito bom nesse jogo, algo primoroso, seja utilizando a espada ou arco e flexa. Muito provavelmente tem dedo da Rocksteady no combate desse jogo. É uma das experiências mais particulares que você poderá encontrar nesta geração, não vais se arrepender.



Renatito | Quantum Break


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Quantum Break foi o novo jogo da Remedy em parceria com a Xbox Game Studios (Microsoft Game Studios, na época), saindo do universo sombrio de Alan Wake e indo para um ambiente sci-fi envolvendo manipulação do tempo. A Remedy sabe contar boas histórias e isso não é diferente em Quantum Break, onde o jogo conta até com uma mini-série onde cada episódio é iniciado ao fim dos capítulos do jogo. Não é só de narrativa que vive o jogo, ele também conta com bons momentos de ação onde o jogador pode utilizar armas de fogo variadas e poderes quânticos. Esses poderes dão uma boa variedade no gameplay e são sempre muito interessantes de se ver, sendo também utilizados para resolver puzzles. Quantum Break conta com belos gráficos, trocação de tiro, poderes físicos, puzzles e uma história bem elaborada. Um singleplayer completo e enxuto que deve ser valorizado por donos de Xbox One e PC.



Renatito | Rise of the Tomb Raider


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Após o sucesso do reboot de Tomb Raider em 2013, Lara Croft deu as caras na atual geração em Rise of The Tomb Raider. A ação e a aventura estão presentes no jogo, assim como no jogo de 2013, então espere vários momentos de tiroteio e exploração. O jogo apresenta cenários belíssimos impulsionados pelo poder dos consoles da atual geração, variando de florestas a regiões nevadas. Espere também por muitas tumbas a serem exploradas, sempre com puzzles gostosos de se resolver, Rise of The Tomb Raider faz jus à franquia e entrega tudo que há de tradicional nela. A musa Lara Croft vai ter de sobreviver a humanos, animais e o ambiente em busca das respostas sobre o mito da imortalidade e ainda vai ter que enfrentar uma organização chamada Trindade. Um dos melhores jogos de ação da geração e um dos melhores Tomb Raider. Um presente para os fãs da franquia.




Billy | Sekiro: Shadows Die Twice


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Talvez o jogo da FromSoftware no gênero SoulsBorne que mais se distanciou dentre seus antecessores como Bloodborne, Demon's Souls e Dark Souls. Com Sekiro, a empresa adotou um jogo de aspecto linear, focado única e exclusivamente em sua trama de enredo, mas mantendo a característica que todo jogo da empresa possuí, o combate. O jogo é muito mais rápido e volátil nas mecânicas, seja na hora de atacar, usar os ganchos, se defender ou rebater um golpe, e sendo um jogo que se passa no Japão, faz todo sentido a forma em que se foi aplicado, deixando o combate mais estiloso e gratificante. Um detalhe importante a se mencionar é que apesar do jogo não ter como foco o seus gráficos ou texturas de altíssima resolução, possuí uma direção de arte pra lá de fabulosa, com cenários e paleta de cores lindos que destoam e permitem que você admire toda a paisagem, criaturas, e até mesmo seus Boss Inimigos, que possuem muitos traços diferentes entre si, mostrando o capricho que Miyazaki e sua equipe tiveram para deixar o jogo em um aspecto deslumbrante.



Billy | Star Wars Jedi: Fallen Order


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Facilmente o melhor jogo da franquia Star Wars mais bem realizado nos últimos 10 anos, com Jedi Fallen Order, o time de Vince Zampella e sua Respawn Entertainment quiseram mostrar que sabem criar mais do que jogos FPS, e trouxeram isso de forma caprichada com este jogo. Se inspirando em Uncharted na sua mecânica de corrida, história e animações, e em Dark Souls no seu combate, Jedi Fallen Order é um jogo difícil, cinematográfico e emocionante, com momentos de enredo fascinante com os Siths sendo um grande destaque. Você é Cal Kestis, um dos últimos Jedi Sobreviventes após a execução da Ordem 66, onde é ordenado que todos os Jedi's sejam eliminados, e sim, o jogo se passa entre os Episódios IV e V dos filmes de Star Wars, sendo um produto totalmente canônico e central.



Billy | Uncharted 4


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Fechamento da franquia Uncharted sob o protagonista Nathan Drake, o jogo é um misto para muitos jogadores. Claro, ele trás novos elementos de Gameplay com a adição do Gancho, e ele é um jogo mais aberto, também permitindo mais variedade na jogabilidade e trazendo mais dinâmica no seu formato cinematográfico. Sim, o jogo destoa bastante da forma em que seu enredo é contado e passado, onde diferentemente de Uncharted 1, 2 e 3, tenta ser mais emocional, dramático, como uma última grande aventura, e isso é refletido muito pela direção ter sido trocada de Amy Hennig por Neil Druckmann, mas o jogo sabe ser um fechamento como um todo, não apelando para o total sentimental ou desfocando do essencial da franquia. Sua trama é um pouco difícil de engrenar, sendo mais lento e demorado até você pegar o ritmo de fato, mas toda a mecânica e maneira em que ele explora ao destoar a narrativa entre Presente e Passado ajuda a você sempre estar ali desvendando o último grande mistério de Nate, mesmo que tal mecânica seja algo repetido da fórmula de Uncharted 3. Sendo um jogo consistente, mesmo com seus tropeços, ele é um sólido jogo de ação e aventura com seus muito pontos altos, e que sua fidelidade e qualidade no geral não afetam tanto quanto pode parecer numa primeira impressão, mas claro, isso depende um pouco de gosto a gosto de cada jogador.



MENÇÕES HONROSAS


A Way Out


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Nier: Automata


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Ryse: Son of Rome


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The Last Guardian


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Gostou da lista? Deixe suas impressões e não esqueça de montar sua própria lista. Caso tenha perdido nossas duas listas anteriores sobre os jogos da oitava geração de videogames, é só clicar nas categorias abaixo.
  1. Os 10 melhores Mundo Aberto
  2. Os 10 melhores FPS

Nos vemos na próxima!
renatito91
Renatito #renatito91
Historiador e fã de Xbox
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