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Ex-EA se diz contra Talibãs em Medal of Honor

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Danny Bilson, chefe do núcleo de jogos da THQ e ex- executivo da EA, criticou a decisão de sua ex-companhia de incluir os Talibãs em Medal of Honor. Em entrevista ao site Eurogamer, Bilson disse que jamais colocaria os terroristas no jogo.

O jogo, lançado em outubro do ano passado, incluía os Talibãs nas batalhas do singleplayer e multiplayer, mas a EA mudou de decisão no último minuto trocando o exército para "Opposing Force" apenas no multiplayer.

Bilson disse que não colocaria o grupo terrorista de forma alguma e sempre foi contra, mas defende o novo título da THQ, Homefront, das acusações de mau gosto. Homefront conta uma invasão da Coréia do Norte aos Estados Unidos, algo que alguns criticaram pelo fato do título ser lançado quando as duas coréias vivem momentos de tensão.

"No Battlefield [a série], quando você faz parte de uma aliança do oriente médio ou dos chineses ou americanos é tudo uma fantasia e eu não me importo de jogar em determinado lado. Quando você entra na realidade " e isso é real, não é especulação ou ficção cientifica" as pessoas estão morrendo nas mãos deles [referindo-se ao Talibã]. Eu levo meus jogos a sério. Ã por isso que eles são divertidos de se jogar. Porque você se preocupa com eles. Eu não quero jogar de Talibã", diz Bilson.

Ao sair da EA, Bilson disse que a desenvolvedora estaria produzindo um jogo baseado na guerra do Iraque, o que se confirmou com o lançamento de Medal of Honor.

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