Um estudo apresentado por uma empresa de segurança informática indica que os computadores com Windows XP estão a tornar-se um reservatório de programas maliciosos.
A conclusão é da empresa checa Avast Software, que analisou cerca de 600 mil computadores com Windows.
De acordo com a Avast, 74% das infecções com rootkits identificadas nesta análise encontravam-se em PC cujo sistema operativo era o XP, o que torna esta versão do Windows propícia ao surgimento de novas ameaças, que podem alastrar-se a outros sistemas operativos.
No pólo oposto encontra-se o Windows 7, que representa apenas 12% das máquinas infectadas identificadas no estudo da Avast.
A empresa checa mostra-se preocupada com estes resultados, pois considera que os rootkits estão entre os tipos de malware mais sofisticados, na medida em que conseguem escapar muitas vezes aos sistemas de segurança dos computadores infectados durante muito tempo.
Segundo a Avast a principal causa para o Windows XP ser o sistema operativo com mais rootkits prende-se com o facto de grande parte das cópias serem pirateadas e não foram actualizadas com os últimos patches lançados pela Microsoft.
Citado pelo portal Computerworld o chief technology officer da Avast, Ondrej Vlcek, alerta que os PC de «milhões de pessoas não estão actualizados e as suas máquinas estão desprotegidas».
Para evitar problemas de segurança, o investigador aconselha os utilizadores a actualizarem o XP com uma cópia legítima do Service Pack 3, que continua a ser suportado pela Microsoft, ou a migrarem para o Windows 7.
o que eu acho estranho que só agora que eles descobriram isso
pra ver como é que é as coisas quando lançaram o xp rtm sem sequer um firewal de !@#$% tinha
pra colocar um firewall no xp a microsoft teve que assinar um contrato, e criar uma divisão do desenvolvimento do windows prar focar somente na segurança
ai veio o vista em que focaram somente na segurança e menos em desempenho e compatibilidade como eles mesmos disseram "Estamos focados na segurança do novo windows e a qustão de compatibilidade está em segundo plano por enquanto"