Publicado por Evil E., em .
Uma pequena tragédia para um jogo de Corrida promissor



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Os servidores do Driveclub foram desligados. Isso acaba sendo uma pequena tragédia. Um jogo que na época marcou bastante a atualidade no início da geração que transformou um grande estúdio como o Evolution em uma ótima referência com esse jogo. Muitos assim como eu defendem o DriveClub, ou #DriveClub, como foi nomeado de maneira oficial e meio tola para entrar na onda dos tempos de hashtags e tópicos de tendências.

Talvez defendamos muito intensamente porque, entre algumas coisas e outras, não deixaram o jogo respirar muito. É assim que até o melhor nadador se afoga. Os mais falados casos do jogo foram sobre a controvérsia de seus servidores, suas constantes quedas, sua versão da PS Plus que foi cancelada e depois voltou atrasada.

E o DriveClub sempre pareceu uma boa justificativa. No estilo arcade, não porque é puro arcade, tem que ser pouco trabalhado ou fácil, poucas coisas incomodam mais do que usar a palavra arcade de maneira depreciativa. Um menu rápido, que permite parar milhares de corridas, onde você escolhe uma corrida e Club imediatamente. Para carreiras quase instantâneas, que o incentivam a reiniciar sua campanha para quebrar mais recordes no ranking.

Quebrar recordes, vencer, conquistar todas as estrelas e dirigir com um colega em um contra-relógio era delicioso. Também a certos hiperrealismo de seus carros e circuitos, que deixam as pessoas boca aberta ainda hoje com os efeitos da chuva e as pequenas gotas pousadas em sua Ferrari. Estamos falando de atualizações? Porque o trabalho que foi feito aqui com constantes melhorias e expansões de todos os tipos foi magistral, enchendo o jogo com novos testes e circuitos bem planejados, além carros, motos, suporte a VR e melhorias de performance.


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Com seus servidores desligados e, com eles, a possibilidade de disputar novamente em algum momento se foram, destruindo marcos conquistados anteriormente. Você não pode nem comprar o jogo em formato digital, pois os problemas de licenciamento são o vírus do jogo. Suponho que seja a lei da vida. Hoje um jogo pode morrer. Ou entre em coma. O Driveclub não será o mesmo sem sua essência online, mas pelo menos podemos continuar jogando jogos offline, aproveitando sua velocidade e suas estrelas. 

Também é possível saber que a Sony seja a mesma sem o Evolution. Talvez eles não confiassem em ter um estúdio dedicado à condução leve, já tendo outro dedicado à simulação de prestígio, da qual os jogadores gostam. Mas o Forza Horizon está lá, deixando claro que o poder pode ser feito. A Evolution criou no PlayStation 3 uma saga maravilhosa, como Motorstorm. É ótimo seguir Paul Rustchynsky no Twitter e ver o quanto ele ama esses jogos. Quão orgulhoso você é deles e por ter criado.

Você pode se lembrar do DriveClub hoje por suas controvérsias ou problemas com os servidores, mas estou certo de que vemos também o trabalho em si por suas realizações e melhorias. Com seu fim, mantemos DriveClub em memória com outros grandes representantes desse estilo de jogos de corrida, como hoje nos lembramos de Project Gotham Racing, Blur, Split/Second, MotorStorm, Metropolis Street Racing, Midnight Club, Driver: San Francisco, Burnout, e todos aqueles "outros grandes nomes" mencionados muitas vezes em listas, mas que não são esquecidos pela sua comunidade. Descanse em paz, DriveClub.
Evil E.
Evil E.
Colaborador do site, 24 anos, Volta Redonda, Rio de Janeiro
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