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Epic Games não banirá jogadores por expressarem as suas opiniões políticas

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Jogos e política são dois assuntos que, por norma, costumam estar associados um ao outro - se bem que os resultados finais raramente correm bem.

Toma como exemplo a Blizzard Entertainment - a produtora suspendeu um jogador de Hearthstone por expressar o seu apoio aos protestos que, nas últimas semanas, têm vindo a assolar a cidade de Hong Kong, dando azo a uma série de críticas por parte dos utilizadores.

Esta situação levou a Epic Games - a criadora de Fortnite - a expressar a sua posição quanto a este panorama. Tim Sweeney, CEO, afirmou o seguinte:


"A Epic suporta o direito de todos expressarem as suas opiniões em termos de política e direitos humanos. Não baniríamos ou castigaríamos um jogador de Fortnite ou criador de conteúdos por falar destes tópicos".


A discussão com Tim Sweeney continuou Twitter adentro, onde os fãs foram questionando o CEO com perguntas cada vez mais específicas.

Um utilizador fez a seguinte questão a Sweeney: "Se, digamos, Tfue dissesse "Libertem Hong Kong" numa entrevista, não faria nada?". Sweeney respondeu apenas com uma palavra - "Exatamente".


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No entanto, esta situação ganha uma perspectiva mais interessante quando colocamos na equação a Tencent, uma empresa chinesa que é também dona de uma parte da Epic Games. Quando questionado sobre isso e se Sweeney teria medo de perder um investidor, o mesmo responde:


"A Epic é uma empresa americana e eu sou o acionista maioritário. A Tencent é dona de 40% das ações mas existem muitos mais acionistas, incluindo empregados e investidores."


O CEO vai ainda mais além, afirmando que não cortaria qualquer tipo de ligação com uma figura influente. "Isso nunca irá acontecer na minha posição como fundador, CEO e acionista maioritário".
Catos
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