Xbox
A Microsoft teria avaliado mudanças importantes para o futuro da divisão Xbox e uma das possibilidades discutidas internamente envolveu transformar a marca em uma subsidiária própria da empresa.
De acordo com informações compartilhadas via The Information, a companhia considerou diferentes caminhos para reorganizar a área de games. Entre as alternativas estariam manter o Xbox como uma subsidiária integral da Microsoft, criar uma joint venture com outros parceiros ou até, em um cenário mais distante, separar completamente a operação. A Microsoft não tem planos de reestruturação iminentes, mas essas opções estão sendo consideradas, disseram as fontes.
Além da possível mudança organizacional, a estratégia também passaria por acelerar o desenvolvimento de novos jogos de franquias importantes da casa. Sagas como Halo, Fallout e Elder Scrolls aparecem entre as prioridades para os próximos anos.
“Enquanto a Microsoft se prepara para reformular sua problemática divisão de jogos Xbox, ela não descartou a possibilidade de desmembrar ou reestruturar a unidade como uma subsidiária integral, o que poderia facilitar sua venda, ou ainda criar uma joint venture com outros parceiros, de acordo com três pessoas com conhecimento direto das discussões”, diz o The Information.
“Em particular, o Xbox acelerará o desenvolvimento de novos jogos de franquias consagradas que possui, incluindo Halo, Fallout e Elder Scrolls, disseram as fontes. Fallout e Elder Scrolls são duas áreas de foco específicas para Sharma.”
Ainda segundo as fontes, a liderança da Microsoft teria aprovado uma proposta para ampliar os investimentos em jogos AAA no próximo ano fiscal, que começa em julho. O orçamento definitivo, porém, ainda não teria sido fechado e pode sofrer alterações.
O CEO Satya Nadella e a diretora financeira Amy Hood também estariam abertos a revisar o modelo atual da Xbox caso entendam que isso aumentaria as chances da divisão se tornar um negócio mais forte e lucrativo.
Caso avance com esse plano, a Microsoft já possui exemplos internos que poderiam servir de referência: tanto LinkedIn quanto GitHub operam hoje como subsidiárias totalmente controladas pela empresa.
Fonte: Resetera
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