Dragon Age: The Veilguard é o próximo título dessa amada franquia de RPG da BioWare, e para esse novo jogo, o estúdio está focado em trazer companheiro extremamente bem desenvolvidos.
De acordo com a diretora criativa Corinne Busche, The Veilguard promete trazer os companheiros mais complexos que a BioWare já criou até hoje, em especial dentro da franquia Dragon Age. Enquanto nos jogos anteriores sentem que criaram bons companheiros por acaso, aqui a equipe acredita que conseguiu alcançar isso propositalmente.
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Eles são complicados, têm problemas complicados e é isso que é interessante. Por mais que eu adore os companheiros e as jornadas que fiz com eles em títulos anteriores de Dragon Age – anteriormente, parecia que os companheiros estavam embarcando em uma aventura comigo, o personagem principal, seja o Herói de Ferelden ou Hawke, você escolhe. Mas em [Veilguard], em muitos aspectos, os companheiros são tão desenvolvidos que parece que estou viajando com eles, explorando como eles pensam e sentem. Estou ajudando eles a resolverem seus problemas. Estamos trabalhando em seus arcos únicos de personagens. Eles parecem meus amigos, e eu absolutamente os adoro.
Para a diretora, os companheiros são o rosto de cada uma das facções presentes na história. O mundo existe sem o jogador e o protagonista Rook entrará no meio das histórias, não sendo o principal causador delas.
Você meio que entra no meio das coisas em algumas das história, então é aí que queríamos chegar com os companheiros. Eles têm suas próprias histórias. Onde Rook pode entrar nessas histórias e de que maneiras interessantes essas histórias podem se desenvolver não apenas com base em si mesmas, mas também com base na presença de Rook dentro delas? […] Vamos pegar os Grey Wardens, por exemplo – são uma facção interessante, mas por si só, eles não contam uma história, mas há personagens dentro dessa facção que contam.
Companheiros no Combate
De acordo com a diretora, durante o combate os companheiros também possuem suas próprias personalidade e autonomia. Conforme a história avança, eles ganham mais conhecimento sobre suas próprias habilidades e aprendem a usá-las de forma mais competente.
No entanto, ainda há o elemento de estratégia, e usar a roda de habilidades permite criar estratégias com os companheiros. Por exemplo, usar a habilidade de Bellara para desacelerar o tempo, então mandar Harding derrubar os inimigos e por fim atacar com o protagonista. A diretora afirma que há um “senso orgânico de trabalho em equipe”.
Companheiros Fora do Combate
Fora do combate, os companheiros também serão personagens vivos. Eles possuem suas “preocupações, medos, distrações e até mesmo seus espaços pessoais”. No acampamento da equipe, o qual fica em um farol, cada um dos companheiros terá seu próprio quarto.
Conforme o jogador vai passando tempo com os companheiros, seus quartos e personalidades evoluem, se tornando mais complexos. O romance também será uma parte fundamental desse relacionamento, não apenas entre o protagonista e os companheiros, mas entre eles próprios.
Os companheiros também se desenvolvem romanticamente e não estou falando apenas com o personagem principal Rook; estou falando um com o outro. Há momentos no jogo em que dois de nossos companheiros se apaixonaram um pelo outro e eu tive que fazer algumas escolhas bastante desafiadoras relacionadas à missão em que estávamos e isso partiu meu coração.
Dragon Age: The Veilguard será lançado ainda este ano para PC, PlayStation 5 e Xbox Series S|X.

