Ola Galera GV, hoje trago até vocês um jogo meio esquecido, na verdade totalmente esquecido. E como relembrar das coisas toscas também é viver, então lá vai.
O jogo é um tanto quanto tosco…. Vocês não tem ideia de quanto isso é tosco. Não, vocês não podem compreender a dimensão da tosquisse escrevendo aqui, porque simplesmente não existem palavras para descrever o quanto esse jogo é lamentavelmente medíocre!
Enfim, a “coisa” é tão, tão, tão…. isandecidamente ruim, que chega ate a ficar bom!!
Deve ser aquela regra (não me recordo o nome) “Se vai fazer algo bom então faça melhor, do contrario faça o pior que puder.”, Pepsi Man se enquadra nisso.
Concebido por obra não divina e fruto de um delírio, Pepsi Man foi uma tentativa (desesperada, só pode) de divulgar a Pepsi. O herói surge em 1998. E sua infama foi tão grande que ele ganhou até um jogo!!
Eis aqui o… PEPSIMAN!!!!
Cientes da dimensão da tosquisse, agora posso lhes dizer, o gráfico mistura elementos em 2D com algumas coisas em 3D. Não espere nada incrível, não espere nada grandioso, não espere sequer compreender alguma coisa, apenas vá jogando até o fim da fase.
Os passos do Pepsi Man, a música tema, o barulho de uma lata gigante de Pepsi destruindo tudo em seu caminho e nada mais.
à isso mesmo, não tiveram nem a decência de colocar uma trilha sonora nessa coisa.
O Pepsi Man começa correndo e termina correndo…
Bem não é só isso, ele pode pular também e dar dash, incrível não!
Entre skates, barris, surfs e outras bizarrices, o melhor (eu usei realmente essa palavra?!?) de Pepsi Man é vê-lo se dar mau, muito mau, desde o inicio do game (leia-se tela de abertura) até o fim (letrinhas subindo).
Ironia ou não, o maior inimigo de Pepsi Man é a incrível lata gigante da Pepsi, a qual insiste em tentar esmagar o “herói” a cada 3 fases.
No mais, ainda temos alguns desafio nas fases, que são agravados pelo tempo regressivo no topo da tela.
Pepsi Man não marcou nada, não teve continuação, não teve um memorial, mas tenho que agradecer a ele por momentos muitos divertidos na frente do Playstation com os amigos. Ele captou o espirito dos jogos e pode-se dizer que a sua passagem não foi totalmente em vão.
Strauss Zelnick acredita que o tamanho dos jogos e a dependência de servidores oficiais dificultam… Ver mais
Campanha de merchandising para o N7 Day provoca revolta, enquanto fãs mobilizam petições para tentar… Ver mais
Eiji Aonuma defende a continuidade dos funcionários em meio às recentes ondas de demissões na… Ver mais
A plataforma alcançou 127 milhões de usuários ativos mensais em setembro de 2026. Ver mais
Wendel Bezerra e Alfredo Rollo estão entre os nomes associados à versão nacional, mas o… Ver mais
Splatoon Raiders lidera os novos exclusivos com 2,42 milhões de cópias. Ver mais