Resident Evil
Resident Evil, dirigido por Zach Cregger, estreou com uma nota de 96% no Rotten Tomatoes, tornando-se o filme live-action de videogame mais bem avaliado da história do site. O filme está empatado com as séries The Last of Us e Fallout, ambas com 96%, e deixa muito para trás Sonic 3, que marcou 86% no lado das produções cinematográficas. Vale pontuar que a segunda temporada de Arcane ainda lidera o agregador de forma geral, com pontuação máximas, mas trata-se de uma animação, não de live-action.
A recepção da crítica especializada foi amplamente positiva. O portal GamesRadar+ o descreveu como ““De longe, o melhor filme de Resident Evil e o melhor filme baseado em videogame”. O Hollywood Reporter foi na mesma direção: “O talentoso cineasta revitalizou completamente a franquia, deixando os seis filmes originais e a malfadada tentativa de reboot, Resident Evil: Welcome to Raccoon City, para trás.”
O grande ponto de debate antes do lançamento era justamente a ausência de personagens canônicos da franquia. Nomes como Leon Kennedy e Claire Redfield simplesmente não aparecem no filme. No lugar deles, o protagonista é Bryan, interpretado por Austin Abrams, descrito como um entregador de órgãos humanos que vive a pior noite da sua vida, tudo isso dentro do contexto do surto de Raccoon City. Cregger entende a frustração dos fãs com essa escolha, mas apostou em contar uma história própria dentro do universo criado pela Capcom.
E a aposta funcionou. O IndieWire resumiu bem o espírito da produção, chamando-a de “um enorme e rapidamente mutável dedo do meio para a ideia, típica da Comic-Con, de que adaptações de videogames deveriam simplesmente dar ‘aos fãs’ aquilo que eles acham que querem.” Já o Daily Dead elogiou o equilíbrio entre fidelidade e originalidade: “A essência da franquia de terror de sobrevivência da Capcom está viva, mas o recorte de terror e comédia de Cregger, centrado no surto em Raccoon City, cria seus próprios pesadelos gloriosos.”
Nem tudo foi elogio. A crítica mais recorrente entre os analistas aponta o ato final como o calcanhar de Aquiles do longa. The Guardian sintetizou a queixa com precisão: “Depois de fazer um ótimo trabalho ao nos fazer criar empatia por [Bryan] durante mais de 90 minutos, Cregger parece abandoná-lo a poucos passos de completar qualquer jornada realmente significativa.” É o tipo de tropeço que não compromete a nota geral, mas que deixa a sensação de que o filme poderia ter sido ainda maior do que já é.
Resident Evil chega aos cinemas no dia 18 de setembro.
Eiji Aonuma defende a continuidade dos funcionários em meio às recentes ondas de demissões na… Ver mais
A plataforma alcançou 127 milhões de usuários ativos mensais em setembro de 2026. Ver mais
Wendel Bezerra e Alfredo Rollo estão entre os nomes associados à versão nacional, mas o… Ver mais
Splatoon Raiders lidera os novos exclusivos com 2,42 milhões de cópias. Ver mais
A empresa ampliará os investimentos a partir de abril de 2027, enquanto o PS5 se… Ver mais
O primeiro Switch precisou de 22 meses para alcançar essa mesma marca. Ver mais