One Piece
O novo anime de One Piece, intitulado de “THE ONE PIECE”, produzido pelo WIT Studio, já tem janela definida. A estreia está marcada para fevereiro de 2027 na Netflix. A primeira temporada será mais compacta do que muitos esperavam, com apenas 7 episódios, todos lançados de uma só vez.
A ideia do projeto é revisitar o início da jornada de Luffy com um ritmo mais moderno. Essa temporada inicial deve adaptar cerca de 50 capítulos do mangá, chegando até o encontro com Sanji no Baratie, um dos pontos mais marcantes da fase inicial da história.
Apesar do número reduzido de episódios, o tempo total não será tão curto, pois somados, eles devem alcançar cerca de 300 minutos. A proposta indica uma abordagem mais densa, com episódios possivelmente mais longos e uma narrativa mais direta.
O remake não é exatamente uma substituição da obra clássica, mas uma nova porta de entrada. Anunciado em 2023 com foco no arco “Romance Dawn”, o projeto aposta em tecnologia atual para recontar a saga do East Blue com outra linguagem visual, sem abandonar a essência da obra original.
O ANIVERSÁRIO É DO LUFFY MAS O PRESENTE É DE VOCÊS
THE ONE PIECE, nova série de animação da WIT STUDIO que adapta o início da saga East Blue do mangá original, chega em fevereiro de 2027 com 7 episódios. 👒 pic.twitter.com/K8OEo8PWVo
— Netflix Brasil (@NetflixBrasil) May 5, 2026
Nos bastidores, o time reúne nomes experientes. A direção fica com Masashi Koizuka (Attack on Titan), acompanhado por Hideaki Abe como diretor assistente. O design de personagens está nas mãos de Kyoji Asano e Takatoshi Honda, enquanto o roteiro da série é assinado por Taku Kishimoto.
A movimentação faz parte de um plano maior para expandir ainda mais o alcance da franquia. A própria Netflix vem investindo pesado no universo da obra, com a continuação do live-action prevista para adaptar a saga de Alabasta em 2027 e outros projetos derivados em desenvolvimento.
Internamente, o estúdio também enxerga o remake como uma forma de aproximar novos públicos. Com mais de mil episódios acumulados ao longo de décadas, a obra original pode ser um desafio para quem chega agora, especialmente por conta do formato antigo e do ritmo mais lento dos primeiros anos.
A proposta, portanto, é coexistir com as versões já existentes, e não substituí-las.
Fonte: Animecorner
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