A Digital Foundry publicou sua análise técnica de Directive 8020, a aventura de terror sci-fi da Supermassive Games construída na Unreal Engine 5. O veredicto é positivo no aspecto técnico: os especialistas definem o jogo como ambicioso e aprovado em todas as plataformas, mesmo com concessões como frame-pacing irregular, aliasing e ruído de imagem.
O estúdio por trás de Until Dawn e da série The Dark Pictures apostou alto ao abandonar o PS4 e o Xbox One. A mudança para o UE5 é visível de imediato: a câmera, que antes era fixa nos jogos anteriores da casa, agora é completamente controlável pelo jogador. Outro ganho direto da engine é o uso do Lumen para iluminação global e reflexos, com resultados que o Digital Foundry considera especialmente adequados aos ambientes metálicos e claustrofóbicos da nave espacial do jogo. No PC, há ainda uma opção de path tracing avançado.
No PS5 e no Xbox Series X, o jogo oferece três predefinições gráficas:
Todos os modos utilizam o Lumen em versão software, que entrega bons resultados mas pode apresentar artefatos como cintilação e sombras instáveis. Esses problemas são parcialmente mitigados nos modos de maior qualidade. A resolução é dinâmica: o modo de 60 fps oscila entre 864p e 1440p antes do upscaling via TSR, enquanto o modo qualidade parte de um nativo de 1440p. O desempenho geral é sólido, mas os modos de 30 e 40 fps sofrem com frame-pacing irregular, causando pequenos travamentos durante movimentos de câmera.
O Xbox Series S conta com dois modos, de 30 e 40 fps, sem opção de 60 fps. Apesar da limitação, o console mantém o Lumen e os reflexos via screen-space. A resolução reconstruída chega a 1440p a partir de uma faixa entre 720p e 1080p. As sombras são menos definidas do que no Series X, mas a análise aponta que a atmosfera geral do jogo se mantém intacta.
O PS5 Pro se destaca das demais plataformas. É a única versão em console onde o modo qualidade utiliza o Lumen em versão hardware, o que garante reflexos mais precisos e estáveis, especialmente em superfícies transparentes como os capacetes dos astronautas. O console também introduz o PSSR da Sony como alternativa ao TSR: embora a resolução nativa seja a mesma do PS5 base, a imagem final é notavelmente mais nítida e detalhada, principalmente em cabelos e elementos finos. O Digital Foundry registra um leve custo de desempenho e alguma instabilidade nos momentos em que a resolução dinâmica entra em ação, mas o resultado final é claramente superior.w
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