BeastLink é o novo jogo de ação multiplayer anunciado pela Grove Street Games para PlayStation 5, Xbox Series e PC via Steam. O título coloca jogadores em cidades totalmente destruíveis, onde eles podem atuar como humanos, pilotar veículos ou se fundir com kaijus gigantescos para arrasar tudo ao redor. O lançamento em Early Access está previsto para o inverno deste ano, com um beta fechado para PC começando já no dia 8 de maio.
A premissa de BeastLink parte de um cenário pós-colapso: a humanidade sobrevive em fortalezas fragmentadas enquanto criaturas colossais dominam as ruínas. A tecnologia que quase exterminou a espécie é agora a única ferramenta capaz de mantê-la viva. Nesse contexto, os jogadores precisam coletar um recurso chamado serum e usá-lo para realizar o chamado BeastLink, uma fusão com kaijus adormecidos que libera habilidades únicas e poderes devastadores. Quanto mais forte for o vínculo estabelecido com a criatura, maior o poder, mas também maior o risco de ser consumido por ele.
O campo de batalha mistura três funções distintas: lutar como humano em combate direto, dar suporte ao time com veículos como carros, helicópteros, tanques e aeronaves, ou assumir o controle de uma das criaturas e se tornar a arma principal da equipe. Segundo a Grove Street Games, cada papel tem importância estratégica dentro da guerra em larga escala proposta pelo jogo.
O grande diferencial técnico de BeastLink é o sistema proprietário batizado de SuperDestruction. Trata-se de um motor de destruição completo, onde prédios podem ser derrubados, quarteirões inteiros obliterados e a cidade inteira ser remodelado durante a partida. De acordo com a desenvolvedora, cada mapa contém centenas de milhares de itens destruíveis e nenhum elemento do cenário está fora do alcance dos jogadores.
O modo multiplayer suporta até 32 jogadores simultâneos, com múltiplos kaijus ativos ao mesmo tempo em mapas de grande escala. O elenco de criaturas jogáveis é descrito como variado, indo de caçadores aéreos ágeis a brutamontes de combate corpo a corpo. A narrativa de fundo também promete responder questões sobre a origem do surto que remodelou o mundo e o custo de manter a humanidade de pé.
Fonte: Gematsu
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