Xbox Game Pass
Recentemente, Pete Hines, vice-presidente de marketing da Bethesda, criticou o serviços de assinatura por não valorizar seus criadores, afirmando que sem os estúdios a “assinatura não vale absolutamente nada”. Agora, outra antiga executiva parte da Microsoft tece críticas ao serviço.
Shannon Loftis, que atuou como vice-presidente da Xbox Game Studios, afirmou que o Game Pass gerou “tensões internas” na empresa. Segundo ela, colocar um jogo no serviço ocorre às custas das vendas físicas, beneficiando apenas títulos que já têm monetização planejada desde o lançamento.
Como desenvolvedora de longa data de jogos first-party para Xbox, posso atestar que Pete está correto. Embora o Game Pass possa reivindicar algumas vitórias com jogos que, de outra forma, teriam afundado (como Human: Fall Flat, por exemplo), a maior parte da adoção de jogos no Game Pass ocorre às custas da receita de varejo, a menos que o jogo seja planejado desde o início para monetização pós-lançamento. Eu poderia (e talvez um dia venha a) escrever páginas sobre as estranhas tensões internas que isso gera.
Shawn Layden, antigo chefe do PlayStation, também participou da discussão. Para ele, a pergunta mais relevante não é se o Game Pass é “lucrativo para a plataforma”, mas se o serviço é “saudável e útil para o desenvolvedor”.
Fonte: LinkedIn
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