A Bloober Team pegou o que aprendeu sobre combate e design de sobrevivência em Silent Hill 2, misturou com sua experiência em design de ambientes e contou uma história que crava suas garras e deixa você incerto de suas decisões em momentos cruciais. Nem sempre mantém um bom ritmo, mas Cronos é uma intensa jornada entre saltos temporais que adiciona um novo e assustador sabor ao universo do horror.
MGG – 80
Para concluir a história de Cronos: The New Dawn, é preciso jogar por cerca de 20 horas, o que na verdade é suficiente. É verdade que, às vezes, há uma leve sensação de repetição, especialmente em relação aos monstros e chefes — em certo ponto senti que estava enfrentando uma batalha atrás da outra. Mas isso é rapidamente esquecido graças ao ambiente, à jogabilidade e à história. Além disso, se você gosta de um desafio, vai se divertir: faz tempo que não me sentia tão frustrado com um jogo, principalmente por causa dos chefes… Mas que sensação incrível quando você consegue vencer!
Polygon – 80
Cronos: The New Dawn é uma adição brilhante ao gênero survival horror. Em muitos aspectos, ele é derivativo, especialmente na forma como se joga e na sensação que transmite. No entanto, a Bloober conseguiu injetar charme, curiosidades e estranhezas suficientes para torná-lo não apenas algo próprio, mas quase cativante. Com visuais impecáveis, uma trilha sonora envolvente e um mistério sombrio de viagem no tempo, Cronos: The New Dawn é uma obra deliciosa de horror sci-fi.
Power Unlimited – 75
O que mais permanece após a bela história é a impressão de que o estúdio ainda precisa de um modelo — como Silent Hill 2 — para realmente brilhar no gênero survival horror. Como resultado, Cronos acaba sendo nada mais do que um bom shooter de terror com uma mecânica de combate muito interessante. Infelizmente, a execução fica um pouco aquém, o que faz com que a verdadeira tensão só apareça na parte final do jogo.
IGN – 70
Cronos: The New Dawn apresenta um mistério intrigante a ser desvendado e um cenário sci-fi perturbador para explorar, mas seu sistema de combate genérico o impede de sair da sombra deixada por pesos pesados do survival horror, como Dead Space e Resident Evil 4. Seus ambientes opressivamente sombrios são ricos em detalhes interessantes para observar, e algumas lutas contra chefes provocam um nível de desespero que as torna genuinamente empolgantes de superar. Porém, em outras partes, há um claro enchimento que atrapalha o ritmo da história por longos trechos, e suas táticas previsíveis de susto ficam aquém dos sustos genuínos de Silent Hill 2.
Final Weapon – 40
Cronos: The New Dawn está repleto de potencial, que acaba não se concretizando na execução de seus conceitos. Embora haja uma ótima base narrativa e algumas mecânicas interessantes, a conclusão insatisfatória da história, combinada com um combate irritante, falhas frequentes, ritmo pobre de exploração e cenários de gameplay repetitivos, resulta em um produto que não alcança a qualidade de outras entradas do gênero.