A discussão sobre lançar jogos em serviço estar prejudicar as vendas é algo que já vem acontecendo há anos na internet. Agora a Rebellion, que recentemente lançou seu novo jogo Atomfall day one no Game Pass, comentou a respeito do assunto.
De acordo com o CEO Jason Kingsley, sim, lançar o jogo no Game Pass certamente prejudicou um pouco suas vendas. No entanto, os benefícios que essa estratégia traz acabam compensando por isso.
Sim, isso atenua o risco, porque, sem entrar em detalhes, eles garantem um certo nível de renda, independente do quanto venda. Mas isso pode ter um efeito cascata. Nas vendas do Xbox, por exemplo. Pode-se argumentar que todos os jogadores mais hardcore estão no Game Pass, e são eles que podem comprar uma nova IP como essa, então, você está canibalizando uma parte do público? Eu acho que talvez sim, um pouco. Mas o que você ganha com esse custo é desproporcional.
O CEO afirma que Atomfall tem sido um grande sucesso no serviço, com o principal destaque do Game Pass sendo a visibilidade que ele traz para títulos que, de outra forma, ficariam escondidos no meio de centenas de outros jogos na loja, criando um público maior para o jogo.
Foi um enorme sucesso. A Microsoft tem sido uma parceira fantástica para trabalhar, eles realmente se dedicaram a nos ajudar. Eles trouxeram suas habilidades e sua escala para o nosso pequeno projeto, e isso funcionou muito, muito bem para eles, então eles conseguiram um bom negócio, e nós também conseguimos um bom negócio.
Com o Game Pass, você pode fazer com que as pessoas experimentem, e depois, como resultado dessas pessoas experimentarem, elas gostam e dizem aos seus amigos nas redes sociais: ‘Encontrei este jogo no Game Pass, gostei muito, vocês deveriam experimentar’. E então alguns deles têm o Game Pass e vão [jogar]. Mas alguns deles não têm o Game Pass e também vão querer participar dessa conversa. Então, eles vão comprar.
Leia Também:
No entanto, o CEO afirma que esta é apenas a “nossa teoria”, já que não possui dados oficiais para provar essa hipótese. “Mas sinto que um dos maiores desafios para uma empresa como a nossa é sermos descobertos e o Game Pass permitiu isso para o nosso jogo”, acrescentou ele.
Quanto ao tipo de jogo que gostaria de fazer no futuro, o CEO afirma que seu sonho agora é poder desenvolver um jogo medieval e de fantasia.
Por falar no Game Pass, o serviço de assinatura da Microsoft recentemente passou por polêmicas ao virar alvo de um grupo social, o qual pede pelo seu boicote pelo fato da Microsoft apoiar ações de Israel.
Strauss Zelnick acredita que o tamanho dos jogos e a dependência de servidores oficiais dificultam… Ver mais
Campanha de merchandising para o N7 Day provoca revolta, enquanto fãs mobilizam petições para tentar… Ver mais
Eiji Aonuma defende a continuidade dos funcionários em meio às recentes ondas de demissões na… Ver mais
A plataforma alcançou 127 milhões de usuários ativos mensais em setembro de 2026. Ver mais
Wendel Bezerra e Alfredo Rollo estão entre os nomes associados à versão nacional, mas o… Ver mais
Splatoon Raiders lidera os novos exclusivos com 2,42 milhões de cópias. Ver mais