Onimusha: Way of the Sword chega às lojas no dia 4 de setembro, uma data que sem dúvidas vai ser muito concorrida, com o próprio produtor Akihito Kadowak, admitindo ter ficado surpreso com a quantidade de concorrentes que apareceram na mesma janela. Mesmo assim, ele garante que não está preocupado.
A corrida dos estúdios para fugir do lançamento de Grand Theft Auto 6 em novembro criou um congestionamento incomum em setembro. No mesmo mês do novo Onimusha, os jogadores terão The Blood of Dawnwalker, Control Resonant, Silent Hill Townfall, Fire Emblem: Fortune’s Weave, Marvel’s Wolverine e Minecraft Dungeons 2. A primeira semana de outubro ainda já chega trazendo Ace Combat 8 e Gears of War: E-Day.
“Ficamos bem surpresos”, disse Kadowaki em entrevista recente ao VGC. “Provavelmente já esperávamos que muitos títulos estariam nessa janela, mas ainda assim nos surpreendemos com a quantidade de jogos que apareceram.”
Ainda assim, o produtor não demonstra nervosismo quando o assunto é vendas. Para ele, o diferencial do jogo está tanto no protagonista quanto nas mecânicas de combate. “Acreditamos que nosso personagem principal, Musashi, é um ponto de venda central, assim como a satisfação do combate em si. A mecânica Issen, as aparadas e tudo isso junto formam uma experiência única e diferente, então não estamos preocupados”, declarou.
A pressão de carregar o legado da Capcom
Além da concorrência externa, há outro peso sobre os ombros da equipe: a Capcom vive uma fase de acertos consecutivos, e Onimusha: Way of the Sword chega logo depois de títulos como Resident Evil Requiem e Pragmata, ambos lançados neste ano. O diretor Satoru Nihei reconhece que manter esse nível é uma responsabilidade real.
“Dizer que não há pressão seria uma mentira! Não posso negar isso”, admitiu Nihei. “Mas também sinto que ter essa reputação e essa onda de positividade na Capcom é uma vantagem para a gente. É definitivamente mais fácil trabalhar em jogos quando as coisas estão indo bem do que quando não estão.”
Fonte: Video Games Chronicle