Dying Light é uma franquia de sucesso da desenvolvedora Techland e, desde o primeiro jogo, apresenta elementos de survival horror, que também estão presentes na sequência, Dying Light 2: Stay Human.
Tymon Smektala, diretor da franquia, foi entrevistado pelo portal GamingBolt, onde discutiu sobre diversos tópicos, como o PS5 Pro e também que Dying Light: The Beast terá ênfase maior no survival horror.
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O elemento de survival horror existe em praticamente todo o jogo, mas Tymon Smektala observa que a coisa realmente fica séria durante à noite. Quem já jogou a franquia deve saber que nesse horário há os terríveis Voláteis.
“Dying Light: The Beast aposta fortemente no survival horror, especialmente à noite, quando o perigo e a tensão atingem novos patamares. Nós focamos bastante tempo em ajustar e aprimorar o comportamento dos nossos predadores de elite, os Voláteis, para torná-los ainda mais assustadores e ameaçadores.”
“Além disso, nas partes diurnas do jogo, queríamos recapturar a sensação (e o medo!) das primeiras horas do Dying Light original, onde a sobrevivência é incerta e cada encontro, até mesmo com um inimigo simples, pode ser o último. Com zumbis mais agressivos, uma atmosfera intensa e visuais imersivos, os jogadores realmente precisarão ser cautelosos, engenhosos e estratégicos para sobreviver.”
Lembrando que hoje também informamos que o mapa de Dying Light: The Beast é menor, mas muito mais detalhado do que o de Dying Light 2. O jogo levará os jogadores para um ambiente de floresta densa e menos urbano.
Dying Light: The Beast será lançado em breve para PC, PlayStation e Xbox.