O PlayStation 5 Pro será lançado oficialmente em nove dias e desde que foi apresentado, o console não caiu muito na graça dos jogadores por seu preço bastante elevado, incluindo aqui no Brasil.
Recentemente o portal GamingBolt teve a chance de entrevistar Tymon Smektała da Techland, estúdio que atualmente está trabalhando com Dying Light: The Beast, que contará com o retorno de Kyle Crane.
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Nesta entrevista, Tymon Smektała decidiu comentar a respeito do potencial envolvendo o PlayStation 5 Pro e sua nova tecnologia sob o nome de PlayStation Spectral Super Resolution ou apenas PSSR.
“Estamos apenas começando a descobrir todas as capacidades do PS5 Pro, mas já é empolgante, pois nos oferece muito mais flexibilidade com gráficos e desempenho. O aumento na GPU nos permitirá elevar a fidelidade visual, especialmente com detalhes ambientais complexos, como efeitos climáticos, que são fundamentais para a experiência de Dying Light: The Beast.”
“Esse tipo de poder também significa um gameplay geralmente mais suave em resoluções mais altas, e isso é algo muito importante para um jogo como o nosso, onde o mais alto nível de imersão é de extrema importância.”
Ao mesmo tempo, Tymon Smektała acredita que o recurso PlayStation Spectral Super Resolution pode ser ainda mais importante a longo prazo.
“O PSSR da Sony é um avanço substancial para a tecnologia de supersampling com a qual outras empresas estão experimentando. É uma ótima iniciativa, pois, no futuro, isso pode permitir que os desenvolvedores se concentrem um pouco menos no desempenho e tenham maior liberdade criativa. Se o que a Sony está propondo se tornar um novo padrão, o PSSR pode se revelar até mais importante do que o aumento direto no poder da GPU que o console oferece.”
Dying Light: The Beast será lançado em breve para PC, PlayStation e Xbox.