Resonance: A Plague Tale Legacy recebe suas notas e divide opiniões

Novo jogo da Asobo Studio é elogiado pela narrativa e ambientação, mas combate e ritmo dividem as avaliações

Resonance: A Plague Tale Legacy recebeu suas primeiras notas e tem dividido opiniões entres os críticos. Com 79 pontos no Metacritic, o novo jogo da Asobo Studio é elogiado principalmente pela narrativa, direção artística, ambientação e pela tentativa de renovar a fórmula da franquia.

Ao mesmo tempo, a mudança para uma experiência mais focada em combate e ação é um dos principais pontos de discussão entre os veículos. Enquanto alguns consideram a decisão uma evolução bem-vinda, outros apontam que as lutas podem se tornar repetitivas e não possuem a mesma força da história.

Digital Chumps – 95

Resonance: A Plague Tale Legacy consagra a profunda paixão e experiência da Asobo Studio em entregar narrativas emocionais repletas de tensão e aventura. À medida que as peças se encaixam e os jogadores percorrem ao lado dela essa árdua jornada, Sophia não sai ilesa. No entanto, ela emerge como uma das protagonistas mais intensas e emotivas de que se tem memória. Esse espetáculo angustiante, repleto de surpresas constantes, paisagens impressionantes e uma paixão comovente, é verdadeiramente uma obra de beleza singular — uma aventura inesquecível.

GamesRadar+ – 90

Resonance: A Plague Tale Legacy é uma emocionante aventura de caça ao tesouro que pega bastante de Uncharted e Tomb Raider. O ágil combate com espadas e os templos repletos de quebra-cabeças tornam a jornada de Sophia empolgante, enquanto a grande variedade de situações e a progressão inteligente compensam o escopo mais limitado do jogo. Isso mostra que A Plague Tale e a Asobo Studio ainda têm muito a oferecer.

Game Informer – 85

Resonance: A Plague Tale Legacy bebe de muitas fontes. Há quebra-cabeças com elementos que remetem a Tomb Raider; assim como Nathan Drake, Sophia parece nunca ter conhecido o conforto de uma plataforma estável; e o combate e as conexões com a mitologia grega lembram jogos como God of War. O que impressiona aqui é a maneira como a Asobo Studio executa esses elementos já conhecidos do gênero e entrega uma história emocionante, protagonizada por uma pirata carismática em talvez a aventura mais impactante e trágica de sua vida.

Game Rant – 70

Se parece que estou sendo negativo em relação a Resonance: A Plague Tale Legacy, é apenas porque esperava um pouco mais. Com uma nova protagonista e um novo cenário, sem mencionar um arquétipo de gênero completamente diferente para seguir, Resonance consegue se diferenciar de seus antecessores de várias maneiras. No entanto, o jogo também parece limitado por um design de jogo ultrapassado e por uma história que, embora tenha momentos poderosos, é frequentemente desorganizada e confusa demais para ser considerada superior à de Amicia e Hugo. Resonance é um jogo muito bom e bem produzido, mas não é excepcional o bastante, seja em termos de mecânicas ou de narrativa, para ser considerado realmente excelente.

WCCFTECH – 70

Resonance: A Plague Tale Legacy se esforça bastante para reproduzir a magia de Uncharted, da Naughty Dog, e em muitos aspectos o jogo é bem-sucedido, entregando uma exploração sólida, quebra-cabeças bem equilibrados e visuais luxuosos. Infelizmente, o conjunto acaba perdendo alguns pontos devido a um combate pouco inspirado e irritante. Se você estiver disposto a aceitar o que há de bom junto com o que é mais sem graça, Resonance pode valer a tentativa. No entanto, considerando o calendário repleto de grandes lançamentos em 2026, não vejo este novo Plague Tale se tornando um grande fenômeno.

Eurogamer – 60

A prequel da Asobo adiciona combates corpo a corpo e quebra-cabeças à fórmula de A Plague Tale, com resultados bastante positivos, mas o “pornô de trauma” da segunda metade tira boa parte do brilho de uma aventura de ação que, de outra forma, apresenta um ritmo muito bem construído. […] Parece que muitos jogos gostam de submeter suas personagens femininas a sofrimentos que parecem ir além do que normalmente é imposto aos protagonistas masculinos. Senua, Lara, Ellie, Abby, Amicia e agora Sophia: estou começando a me cansar um pouco de ver closes prolongados nos rostos de jovens mulheres profundamente traumatizadas e devastadas pelo luto.”

Afinal, vale a pena jogar Resonance?

O consenso das avaliações é de que Resonance: A Plague Tale Legacy é uma boa aventura, mas não necessariamente uma evolução da fórmula. A maioria dos críticos parece concordar que a Asobo acertou ao investir em uma nova protagonista, uma ambientação diferente, exploração mais ampla e um estilo de aventura inspirado por jogos como Uncharted e Tomb Raider.

Por outro lado, o combate é claramente o ponto mais controverso. Para alguns, ele finalmente dá à série uma jogabilidade mais dinâmica e variada. Para outros, suas limitações e repetição impedem que Resonance alcance o mesmo nível de A Plague Tale: Innocence e Requiem.

Resonance: A Plague Tale Legacy será lançado em 27 de agosto para PC, PS5, e Xbox Series X|S. O jogo também chegará day one no Game Pass..

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Membro antigo da GameVicio, atuo atualmente como editor no site. Adoro todo tipo de jogo, especialmente com um profundo apreço por jogos com narrativas imersivas. Meu email de contato: [email protected]
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