Black Lake é o novo jogo de terror em primeira pessoa anunciado pela Polydin Studio. O título mistura horror psicológico com elementos de survival em um cenário que já chama atenção pela premissa: um orfanato abandonado à deriva no meio do oceano. A versão para PC está prevista para o início de 2027, enquanto as versões para consoles devem chegar em meados do mesmo ano.
No jogo, o jogador controla Elena, uma mulher que retorna ao orfanato onde cresceu após receber uma mensagem de sua irmã gêmea desaparecida, Rita. O local deveria estar vazio, mas não está. Segundo a descrição oficial da Polydin Studio: “Os corredores ainda estão quentes, os sinos voltaram a tocar, e algo tem se movido pelas paredes. Enquanto Elena segue o rastro de Rita, ela descobre os resquícios de um ritual proibido ligado às crianças que desapareceram do orfanato anos atrás. Algumas delas ainda podem estar por lá, embora não da forma que ela se lembra.”
Luz como principal aliada
A mecânica de iluminação ocupa um papel central em Black Lake. O jogador terá à disposição ferramentas como o celular, velas e uma lanterna para se manter vivo. Os desenvolvedores ressaltam que “algumas criaturas temem o cheiro da cera queimando”, o que coloca as velas não apenas como fonte de luz, mas como um possível mecanismo de defesa contra os inimigos.
As criaturas do jogo, aliás, têm uma origem perturbadora: elas são formadas a partir das crianças e funcionários desaparecidos do próprio orfanato. Não haverá combate direto como solução principal. A Polydin Studio deixa claro que a sobrevivência passa por “esconder, distrair, esquivar e sobreviver” a esses seres. O arsenal é propositalmente limitado.
Puzzles rituais e o oceano ao redor
Além das criaturas, Black Lake promete puzzles construídos em torno de rituais, utilizando objetos encontrados no ambiente. O cenário do orfanato flutuante adiciona um elemento de claustrofobia extra: há um oceano negro e infinito ao redor, sem nenhuma rota de fuga óbvia. A combinação de terror psicológico com a impossibilidade de simplesmente “sair correndo” é um dos pilares de design que a Polydin Studio parece estar explorando com consciência.