A estreia de Supergirl nos cinemas ficou abaixo das expectativas e representa um início complicado para a Warner Bros. e a DC Studios. O longa, que teve um orçamento estimado em US$ 170 milhões, além de uma campanha de marketing que custou dezenas de milhões de dólares, arrecadou cerca de US$ 38 milhões entre quinta-feira e domingo nos Estados Unidos e Canadá.
O resultado ficou aproximadamente 24% abaixo das projeções iniciais de analistas, que estimavam uma abertura de cerca de US$ 50 milhões, número que já era considerado modesto para uma produção desse porte. No mercado internacional, o filme adicionou mais US$ 30 milhões, elevando sua arrecadação global de estreia para aproximadamente US$ 68 milhões. Segundo a Variety, o filme precisaria arrecadar pelo menos US$ 375 milhões nas bilheterias para atingir o ponto de equilíbrio.
Além do desempenho comercial abaixo do esperado, Supergirl também encontrou dificuldades na recepção crítica. O filme recebeu classificação “Rotten” no agregador Rotten Tomatoes, indicando uma avaliação predominantemente negativa entre os críticos.
O público também demonstrou uma recepção apenas mediana. Nas pesquisas de saída da CinemaScore, tradicional indicador da satisfação dos espectadores, o longa conquistou uma nota B-, considerada abaixo do padrão esperado para grandes produções de super-heróis.
DC admite estreia fraca, mas mantém confiança no futuro
Apesar da estreia abaixo das expectativas, a liderança da DC Studios afirma que o desempenho de Supergirl não altera os planos de longo prazo para o universo cinematográfico da editora.
“Embora ‘Supergirl’ não tenha atingido nossas expectativas de bilheteria, ela representa apenas um componente de uma estratégia mais ampla e de longo prazo para a DC Studios, na qual continuamos confiantes”, afirmou Peter Safran, co-presidente e co-CEO da DC Studios.
Com novos projetos já em desenvolvimento, o estúdio pretende seguir com sua estratégia de reconstrução do universo compartilhado, mesmo diante do início discreto da nova aventura da heroína.
Fonte: NYTimes