Nos últimos anos, praticamente toda grande publisher passou a buscar seu próprio jogo como serviço — e a Sony não ficou de fora. Mesmo após fracassos e cancelamentos, a empresa segue apostando no modelo, com projetos futuros como Marathon e o recém-anunciado Horizon Hunters Gathering.
Os resultados do último trimestre da Sony ajudam a explicar essa insistência nos GAAS. O relatório financeiro trouxe um dado marcante: a receita com microtransações na PSN superou a soma total das vendas de jogos físicos e digitais.
No trimestre terminado em dezembro de 2025, a Sony registrou ¥835,477 milhões em receita com software de games (cerca de US$ 5,3 bilhões). Desse total, ¥418,093 milhões vieram de microtransações — mais da metade do faturamento. Na prática, isso significa que compras dentro dos jogos renderam mais do que a venda combinada de jogos completos, tanto digitais quanto físicos.
Com orçamentos cada vez maiores e um único fracasso podendo ser fatal para um estúdio, um GAAS bem-sucedido representa receita constante e diluição de risco para a empresa. Por outro lado, emplacar um multiplayer duradouro se torna cada vez mais difícil no mercado atual.
Como os dados mostra, cosméticos, passes de batalha e outros conteúdos adicionais provaram ser um negócio extremamente lucrativo — a ponto de superar a venda tradicional de jogos.
Fonte: Sony
A versão gratuita também chega ao PS5 em 10 de novembro, enquanto o jogo completo… Ver mais
Metroid Ravenous chega em janeiro, enquanto Final Fantasy VII Revelation está marcado para abril. Ver mais
Obbe Vermeij estima que uma conversão não oficial com IA poderia custar dezenas de milhares… Ver mais
Na Steam brasileira, os clássicos custam a partir de R$ 12, enquanto as edições de… Ver mais
Strauss Zelnick acredita que o tamanho dos jogos e a dependência de servidores oficiais dificultam… Ver mais
Campanha de merchandising para o N7 Day provoca revolta, enquanto fãs mobilizam petições para tentar… Ver mais