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Confira as notas de Hyrule Warriors: Age of Imprisonment

Hyrule Warriors: Age of Imprisonment é o próximo grane lançamento do Nintendo Switch 2, programado para chegar em 6 de novembro. Os críticos já puderam terminar o jogo  e as primeiras notas começaram a sair.

Hyrule Warriors: Age of Imprisonment encontra-se com uma média de 78 no MetaCritic e 79 no OpenCritic. O jogo é elogiado por combinar a intensidade dos jogos musou com a profundidade e o encanto da franquia Zelda. O jogo impressiona com visuais e desempenho aprimorados no Switch 2, combates dinâmicos e um enredo envolvente que expande o passado de Hyrule. Apesar da repetição típica do gênero e de alguns mapas lineares, críticos destacam a evolução no sistema de combate, o uso criativo de dispositivos Zonai e o valor narrativo da experiência.

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90 – Gamereactor

Com Hyrule Warriors: Age of Imprisonment, a Koei Tecmo reafirma que entrega um toque extra de qualidade quando se trata de uma franquia da Nintendo — e este é um jogo ainda melhor que Age of Calamity. Os valores de produção estão novamente altíssimos, às vezes competindo com os da série principal de Zelda, enquanto tanto a narrativa quanto a jogabilidade se tornaram mais profundas e, de alguma forma, mais interessantes, apesar do possível cansaço do cenário e da perda de carisma.

90 – Nintendo Life 

Hyrule Warriors: Age of Imprisonment é uma impressionante dose de ação — e o meu jogo musou favorito até agora. As lições aprendidas com Hyrule Warriors e Age of Calamity resultaram em um título que equilibra uma história grandiosa com um combate de altíssimo nível e com a profundidade certa. Com dispositivos Zonai para experimentar, um elenco incrível, várias Sync Strikes estilosas e uma recriação absurdamente refinada do antigo Hyrule para sair distribuindo golpes, este é um sonho para fãs de hack and slash e entusiastas de Zelda em geral. 

80 – Wccftech 

Hyrule Warriors: Age of Imprisonment faz muito para corrigir as falhas narrativas e técnicas que prejudicaram seus antecessores, ao mesmo tempo em que traz ajustes modestos — mas bem-vindos — ao sistema de combate da série. Age of Imprisonment ainda é relativamente superficial se comparado aos jogos principais de Zelda, mas isso é algo inerente ao gênero musou. Mesmo assim, aqueles que se divertem derrotando Bokoblins sem se preocupar tanto com profundidade encontrarão aqui uma história bem contada e que vale a pena acompanhar por um bom tempo.

80 – VGC

Age of Imprisonment pode ser o jogo mais sério da série Hyrule Warriors até agora, mas também é aquele com o combate mais envolvente e gratificante. Fãs de Tears of the Kingdom podem se incomodar ao ver uma reinterpretação essencial de parte da história do jogo, mas as tramas secundárias adicionam profundidade suficiente para compensar isso em certa medida. Já os fãs do estilo de jogabilidade de Warriors estarão plenamente satisfeitos aqui.

70 – GameSpot

O combate continua sendo o grande destaque de Hyrule Warriors: Age of Imprisonment. As Unique Skills e Sync Strikes adicionam mais profundidade à ação hack and slash, enquanto elementos de Tears of the Kingdom foram inteligentemente adaptados para se encaixar no gênero musou. A história pode não ser essencial o suficiente para satisfazer os fãs mais puristas de Zelda, mas ao corrigir os problemas de desempenho do antecessor e apresentar um elenco variado de personagens recompensadores de se jogar, Age of Imprisonment representa um ponto alto para a série derivada até agora.

60 – GamesRadar+ 

Hyrule Warriors: Age of Imprisonment consegue encontrar histórias empolgantes para contar como uma prequel de Tears of the Kingdom, com a Princesa Zelda assumindo o protagonismo e passando bastante tempo ao lado de personagens lendários — tanto antigos quanto novos. No entanto, embora a ação e o desempenho sejam uma melhora em relação ao último Hyrule Warriors, o design limitado dos campos de batalha e das missões acaba se tornando monótono, impedindo o jogo de alcançar uma verdadeira magia.

40 – Metro GameCentral 

Extremamente repetitivo, terrivelmente raso e absurdamente fácil — este é, sem dúvida, o jeito menos interessante de se fazer algo com Zelda no Switch 2, e é ruim até mesmo pelos já baixos padrões da franquia Dynasty Warriors.

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Publicado por:
Vinicius Silva Dias
Tags: Nintendo

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