O uso de inteligência artificial (AI) está em andamento neste exato momento da indústria de jogos e também na de filmes, com a própria Netflix adotando a tecnologia, elogiando a mesma por baratear e melhorar os filmes e séries.
Ao mesmo tempo, a gigante Disney planejou usar tecnologia de IA para dois filmes: Moana (live-action) e Tron: Ares. No entanto, as ideias foram abandonadas devido a preocupações com má publicidade, questões legais e éticas.
No caso, a Disney considerou criar um deepfake de Dwayne “The Rock” Johnson, para o o papel de Maui no remake live-action de Moana.
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O plano era usar a empresa de IA Metaphysic para sobrepor o rosto de Johnson digitalmente ao desempenho de seu primo, Tanoai Reed, como dublê de corpo, reduzindo o tempo de Johnson no set. Na verdade, The Rock aprovou a ideia.
Já em em Tron: Ares, a Disney planejou criar um personagem gerado por IA, que seria um ajudante do personagem de Jeff Bridges, mas a ideia acabou sendo descartada porque os executivos internos foram informados de que a empresa não podia correr o risco de publicidade negativa.
A Disney está dividida entre explorar o potencial de redução de custos da IA e proteger sua propriedade intelectual. Anteriormente, a Disney, junto com a Universal, processou a empresa de IA Midjourney por violação de direitos autorais, alegando uso indevido de personagens protegidos.
Fonte: Deadline
