Maximizar o desempenho e garantir que um jogo rode bem em diferentes configurações de PC (e consoles) é um verdadeiro diferencial para estúdios e jogadores.
Esses jogos mostram como equipes de desenvolvimento, grandes ou pequenas, podem investir em técnicas de otimização para entregar experiências suaves em uma variedade de hardware. A boa otimização não só amplia o público, mas também aumenta a satisfação dos jogadores.
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Doom (2016)
Doom é um marco em otimização, permitindo que o jogo rode suavemente em hardware mais antigo, mantendo visuais de alta qualidade. O uso de Vulkan permite taxas de FPS elevadas.
Além de rodar de forma satisfatória até em PCs de entrada, Doom também funciona muito bem nos consoles PlayStation 4, Xbox One e até mesmo no Nintendo Switch.
Mad Max
Mad Max é frequentemente citado como um dos jogos mais otimizados dos últimos anos (ele é de 2015). Ele roda sem problemas em uma ampla gama de hardwares, desde GPUs antigas até sistemas modernos.
Apesar de ser um título de praticamente 10 anos, Mad Max ainda entrega gráficos visualmente bonitos, que roda bem também nos consoles. Para quem curte os títulos de Batman, Mad Max é altamente recomendado.
Resident Evil 2 Remake
O remake de Resident Evil 2 utiliza o RE Engine da Capcom, conhecido por sua eficiência. O jogo roda bem em sistemas de baixo desempenho, incluindo GPUs integradas, mantendo visuais impressionantes e taxas de quadros consistentes.
O título oferece desempenho suave em hardware modesto, como laptops com gráficos integrados. O RE Engine se destaca para jogos lineares, mas não para títulos de mundo aberto, como Monster Hunter Wilds.
Alien: Isolation
Alien: Isolation usa um motor interno da Creative Assembly, criado para ambientes fechados e altamente detalhados, conseguindo entregar iluminação dinâmica e texturas de alta qualidade sem comprometer o FPS.
O que chama atenção é que essa boa otimização não foi feita sacrificando o clima do jogo: os corredores escuros, os reflexos metálicos, o som direcional e o design de áudio permanecem impecáveis, mesmo em máquinas mais simples.
Forza Horizon 5
Forza Horizon 5 roda suavemente em hardware de uma década de idade, mantendo visuais deslumbrantes. Sua ampla gama de configurações gráficas permite ajustes para diferentes sistemas sem comprometer a experiência.
O mapa do México de Forza Horizon 5 é riquíssimo em detalhes, com cidades, áreas rurais, desertos, florestas tropicais e regiões montanhosas, tudo carregado de forma dinâmica e quase imperceptível, mantendo taxa de quadros estável.
Death Stranding
Death Stranding roda bem em PCs com placas como GTX 1050 Ti ou RX 560, mantendo taxas estáveis em 1080p, e também aproveita o máximo de placas modernas para jogar em 1440p e 4K.
Outro ponto importante é que originalmente, Death Stranding foi pensado para aproveitar o hardware do PS4. Ou seja, roda bem até mesmo em um console de 2013, graças à Decima Engine.
Dead Island 2
Dead Island 2 surpreende com seu desempenho suave em uma ampla gama de PCs, utilizando o Unreal Engine 4 (isso mesmo, a 4 e não a 5) para oferecer visuais impressionantes sem comprometer a performance.
Ele roda a 60 FPS fixos tanto nos consoles de nova geração (PS5, Xbox Series S|X) quanto em PCs de entrada. No geral, o jogo entrega uma jogabilidade sem travamentos ou problemas graves de frame pacing, algo que nem sempre acontece em jogos em Unreal.
Metal Gear Solid V: The Phantom Pain
Metal Gear Solid V: The Phantom Pain é até hoje lembrado como exemplo clássico de boa otimização. Só para ter uma noção, o jogo roda de forma aceitável até no PS3 e Xbox 360.
A grande estrela por trás disso é o Fox Engine, desenvolvido internamente pela Kojima Productions. Ela renderiza cenários vastos e abertos com muitos detalhes. Apesar dos pontos positivos, a Engine foi abandonada.
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