Dying Light: The Beast é o novo capítulo da popular franquia de zumbis e promete resgatar os elementos que conquistaram os fãs no jogo original. Embora seja um título de mundo aberto, o jogo terá uma campanha mais enxuta, com duração estimada de cerca de 20 horas.
O diretor Tymon Smektala defendeu essa escolha criativa, ressaltando que “tamanho não é tudo”. Segundo ele, jogos como Assassin’s Creed Shadows são excessivamente longos para justificar o investimento, mas muitos jogadores acabam explorando apenas uma parte do conteúdo, sem chegar ao final.
“Se eu começar a jogar Assassin’s Creed Shadows, basicamente desde o início eu já sei que nunca vou terminá-lo. Sinto que tive retorno pelo investimento, mas não é por completar o jogo. […] Terminar o jogo basicamente começa a parecer uma tarefa chata em certo ponto. Eu não quero pagar a mais por uma obrigação, certo?”
Apesar da campanha mais curta, Dying Light: The Beast será lançado por US$59,99 (R$319,90 no Brasil). Ainda assim, Smektala está confiante de que o jogo valerá cada centavo, graças à imersão do mundo criado.
“Mundos abertos não são sobre escala. Eles são sobre a sua sensação de estar ali. Então, podemos criar um mundo aberto que talvez não seja tão expansivo, mas, se for feito à mão, se parecer real, a satisfação do jogador em estar naquele mundo é muito maior.”
Dying Light: The Beast será lançado em 22 de agosto para PC, PS5 e Xbox Series X|S.
Fonte: GamesRadar