O primeiro jogo do Spider-Man da Insomniac Games foi muito bem bem recebido pelo público, no entanto, um dos pontos mais criticados foram as missões de furtividade com a Mary Jane.
Ao invés de remover essas partes no segundo jogo, o diretor criativo Bryan Intihar afirma que preferiram manter, mas se desafiar em torná-las divertidas. Um dos pontos que seguiram para isso, foi deixar MJ mais “apelona”, com um poderoso arsenal de armas.
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Tínhamos duas opções. Poderíamos dizer: ‘Tudo bem, vamos tornar isso mais fácil e simplesmente não fazer isso’. E todo mundo diria, ‘Ótimo. Sem missões da MJ.’ Ou poderíamos dizer: ‘Ei, falamos sobre mostrar o mundo de todos os ângulos diferentes. Vamos tornar os momentos dela melhores. Vamos aceitar o desafio. Faremos com que as pessoas gostem de jogar como ela.” Escolhemos os momentos ideias. Sabíamos que tínhamos que torná-la uma pessoa mais proativa e capaz. E se ela for um pouco OP, eu não dou a mínima. Ela está legal. Eu não me importo.
A ideia de dar uma arma de teia para ela veio de uma das mecânicas descartadas do primeiro jogo, onde ela usaria um dos atiradores de teia do Peter para se defender contra inimigos.
Em Spider-Man 1, foi muito no início do desenvolvimento, mas era uma parte da história em que Pete seria ferido e ele mal conseguia andar. [MJ] iria tentar levá-lo em segurança, e ela iria pegar um dos atiradores de teia e colocá-lo, atirando nos inimigos que estavam tentando alcançá-los, mas isso nunca aconteceu. Acho que foi daí que surgiu a ideia da pistola de teira, porque eu pensei, ‘Vamos dar a ela a habilidade de atordoar os inimigos na primeira missão.’
Marvel’s Spider-Man 2 já está disponível para PS5.