Análise | Final Fantasy

Análise | Final Fantasy

O início da saga de jogos que salvou a Square da falência 72 vezes!
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Introdução

Olá GameVicio, boa tarde. Talvez vocês não se lembrem de mim (e provavelmente não vão se lembrar), mas eu costumava fazer algumas notícias, matérias e até reviews aqui no site há bastante tempo. Hoje eu voltei para fazer mais uma review, de um jogo que me marcou bastante.

Final Fantasy I não foi o primeiro Final Fantasy que eu joguei, mas foi um dos primeiros JGGs (vulgo JRPGs) que eu tive o prazer de experienciar. Eu lembro de jogar ele no PSP do meu irmão, e foi o terceiro título da série que eu joguei. Na época eu não entendi nada até porque eu não sabia inglês muito bem, mas rejogando agora e prestando mais atenção, me surpreendi bastante com a profundidade que o jogo tinha, ainda mais pra aquela época que ele foi lançado.

Mas também é claro, o jogo possui defeitos bem visíveis. Defeitos que até mesmo nas versões posteriores que saíram do jogo (pra Android/IOS) não foram corrigidas. Na verdade as versões mobile são ainda piores, mas calma que eu explico depois.

Com isso, tive vontade de fazer uma review desse jogo, falando sobre os pontos positivos e os negativos, e também pra incentivar vocês a testarem o jogo por si mesmos, afinal apesar de tudo ainda é um bom jogo, e deu início a uma das minhas franquias favoritas nos jogos.

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Final Fantasy I é um JRPG criado por Hironobu Sakaguchi, desenvolvido e publicado pela Square (ainda na época que ela não tinha se fundido com a Enix) no Japão pela primeira vez em 1987. É o primeiro título da conhecida série Final Fantasy, que se estenderia por mais de 15 títulos e outros spin offs.

Desenvolvimento

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Não é segredo pra ninguém que nesta época a Square estava passando por uma enorme crise financeira. Ela já havia lançado outros jogos bem menores, que não foram tanto sucesso. Jogos como: Mystery Quest, King's Knight, Alpha, Dragon Slayer, entre outros. Todos fracassos comerciais que atolaram a Square em um monte de dívidas.

Agora apostando em uma última tentativa desesperada, o Diretor de Planejamento e de Desenvolvimento da Square, Hironobu Sakaguchi aceitou a missão de criar um jogo que salvasse o futuro cada vez mais incerto da pequena Square. Quando foi perguntado sobre que tipo de jogo ele gostaria de fazer, ele respondeu: "Eu não acho que seria capaz de fazer um bom jogo de ação. Acho que sou melhor em contar histórias."

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Hironobu Sakaguchi, pai de Final Fantasy.

Inspirando-se em outros jogos de fantasia medieval de sucesso na época como Dragon Quest, Legend of Zelda e Iltima, Sakaguchi então resolveu criar um jogo com um imenso terreno a ser explorado e uma grande história a ser contada para o jogador. Realmente o orçamento apertou, mas Hironobu fez uns bicos e adiantou uma grana emprestada pra conseguir bancar o desenvolvimento do jogo.

Convencido que este jogo no Famicom (vulgo NES) seria seu último jogo eletrônico, ele ironicamente deu-lhe o nome de Final Fantasy (fantasia final), como se fosse o final de sua carreira. E obviamente ele estava enganado!

Lançado para o Nintendo Entertainament System no dia 18 de dezembro de 1987, dois dias antes do jogo Phantasy Star da Sega. Final Fantasy teve a direção do próprio Sakaguchi, o desenhista Yoshitaka Amano fez o design dos personagens e um reconhecido compositor de músicas para jogos Nobuo Uematsu cuidou da trilha sonora.

O resultado foi um enorme sucesso comercial para a época. Todos na Square respiraram aliviados. A versão do NES vendeu 400 mil cópias e, com todos os remakes, chegou a 1.99 milhões de cópias mundialmente. Um sucesso e tanto para uma empresa a beira da falência não?

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A primeira capa de Final Fantasy.
Enredo (Sem Spoilers)

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Final Fantasy se passa em um mundo de com três grandes continentes. Os poderes elementais deste mundo são determinados pelo poder de quatro cristais, cada um governando um dos quatro elementos: terra, fogo, água e ar. O mundo também é habitado por diversas raças, incluindo humanos, elfos, anões, sereias, dragões e robôs.

400 anos antes do início do jogo, o povo de Lufenian usou o Poder do Vento para criar dirigíveis e uma fortaleza no céu (chamada de Castelo Flutuante no jogo). Porém os lufenianos viram seu país declinar quando o cristal do Vento escureceu. 200 anos depois, tempestades violentas afundaram um enorme santuário que servia como centro de uma civilização subaquática, e o cristal da Água ficou escuro. O cristal da Terra e o cristal do Fogo vieram a escurecer também, assolando a terra com incêndios violentos e devastando a cidades como Melmond, enquanto as planícies e a vegetação se deterioravam.

Entretanto, o sábio-profeta Lukahn conta uma profecia de que quatro Guerreiros da Luz virão para salvar o mundo em um tempo de escuridão.

O enredo de Final Fantasy é bem simplão. Mundo em trevas, profecia acontece, herói chega e salva,etc... porém a parte final te surpreende com uma reviravolta que eu penso ter sido muito bem feita, principalmente pra época que o jogo foi feito. Não vou entrar em detalhes sobre oque ela é, afinal sem spoilers! Se quiser saber jogue o jogo.

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Gameplay

Quanto ao mapa do jogo, você é introduzido a ele logo de cara, e também a primeira cidade, chamada Cornélia, lá podemos ter uma noção de como serão as cidades do jogo, contendo lojas, estalagens, igrejas (pra ressuscitar seus personagens),etc... e falamos com o Rei para irmos até Chaos Shrine. Assim que saímos de Cornélia temos um vislumbre maior do mapa. Contendo florestas, pântanos e montanhas que bloqueiam nossas passagens.

O mapa do jogo é bem grandinho, e bem chato de se locomover no começo porque toda hora é um encontro, embora não seja tão desconfortável quanto em Persona 1. Assim que conseguimos um barco tudo fica bem melhor, podemos se locomover mais rápido entre os mares porém só podemos atracar em um porto. Depois que pegamos o dirigível, esqueça, você nunca mais vai querer usar um barco ou andar por aí.

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Dirigível.

Logo no começo dos jogo somos introduzidos ao combate com alguns inimigos fracos. Bom, o combate de Final Fantasy 1 é a de turno padrão como conhecemos. Controlamos 4 personagens cujo nome e classe você pode escolher ou usar predefinido. Você possui 5 opções. Atacar, defender (que é uma opção totalmente inútil e que você não vai usar 99,99% do jogo), usar itens, usar magias e correr (fugir da batalha).

Cada ação é autoexplicativa. Usando atacar você utiliza a arma que você está equipado para causar dano físico, usando magia você conjura alguma magia para causar dano mágico elemental ou conjurar buffs/debuffs, defender você fica parado e se defender reduzindo assim parte do dano físico recebido, usar itens você pode utilizar poções de cura, de MP (que é basicamente sua mana), utilizar itens de buffs e debuffs, e até mesmo usar equipamentos como armaduras e cajados para conjurar magias sem gastar mana.

Também já ia me esquecendo de algo essencial: As classes (ou também chamados de Jobs). No jogo existem 5 classes inciais: Guerreiro; focado em ser tank e usar armaduras e armas pesadas; Monje; ficado em lutar desarmado e causar muito dano; Mago Negro; Focado em usar magias de ataque e buffs de ataque; Mago Branco; Que basicamente é o suporte, cura e usa buffs de status e defesa; Mago Vermelho; Um meio termo entre o Mago Branco e o Negro, podendo usar magias de ambos porém com menor força.

Essas classes ainda melhoram para outras, que são basicamente formas mais fortes de suas iniciais. Guerreiro vira cavalheiro, monje vira mestre, mago negro vira feiticeiro negro, mago branco vira feiticeiro branco e mago vermelho vira feiticeiro vermelho. Você só obtém esse upgrade nas suas classes lá pro meio do jogo quando encontra o Rei Dragão.

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As dungeons, como eu disse acima, são algo que somos introduzidos logos nos primeiros 10 minutos de gameplay. Uma coisa que me irritou bastante com as dungeons são sua Encounter Rate inconsistente. Uma hora você anda 50 passos sem achar um inimigo e depois você acha um a cada 3 passos, isso é bem nada haver. Mas uma coisa que eu gostei são que todas as dungeons do jogo base são diferentes, contendo inimigos, bosses e itens bem diferenciados. Por exemplo: No Mount Gulg, onde fica o cristal da terra, existem inimigos relacionados à fogo ou pedra, enquanto no Sunken Shrine temos relacionados à água e animais marinhos. Também existem as dungeons bônus, que só foram adicionadas na versão de 20 anos do jogo e contém muitas coisas novas.

São necessários formas diferentes para acessar cada uma delas: No Mount Gulg precisamos de uma canoa, no Sunken Shrine precisamos de um item para respirar de baixo da água, na citadel precisamos de um dirigível, e por aí vai. É algo bem legal dessas dungeons do jogo base, que infelizmente não foi seguido pelas dungeons bônus. Todas as dungeons bônus da Dawn of Souls possuem salas bem chatas e desinteressantes, confusas e repetitivas. O Labirinto do Tempo da versão PSP por outro lado é incrível. Todo o Labirinto é bem feito e possui um boss extraordinário.

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Falando sobre os bosses. Quase todos eles são legais. Falo QUASE todos porque hora ou outra surgem aberrações como o Lorde vampiro ou o Cagnazzo, mas em sua maior parte são interessantes. Uma coisa chata, porém compreensível são todos os bosses lançarem quase todas as mesmas magias, mas nesse ponto eu consigo entender por conta do orçamento. Fazerem magias diferentes pra cada boss não seria fácil.

Por último, o jogo é lotado de equipamentos que você ganha ao progredir em dungeons no jogo. Equipamentos como espadas, cajados, escudos, armaduras,etc... No jogo base já existem muitos, mas nas dungeons das dlcs existem VÁRIOS, e literalmente todos são melhores. Se você pega o escudo mais fraco do conteúdo bônus já vai ser melhor que o escudo mais forte do jogo vanilla. TUDO do jogo base fica inútil se comparado aos do bônus, até a Excalibur, que na prática deveria ser uma arma lendária, é quase totalmente inútil se comparada a Ultima ou a Barbarian Sword. Compensa mais rushar as dungeons bônus do que fazer todo o trabalhão pra obter os equipamentos vanilla. Literalmente com 1 hora você estará com equipamentos melhores que você demorou 5 horas pra pegar...

Visuais

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A arte de Final Fantasy foi toda desenhada pelo ilustrador Yoshitaka Amano, conhecido por também trabalhar como ilustrador de alguns mangás e outros jogos. Quanto a arte dele nem tem como comentar, é lindíssima. Tudo possuí um tom extremamente fantasioso, e com isso suas artes acabam ganhando uma identidade própria.

Repassada para os Pixels, a versão de NES não deixa muito a desejar. É claro que pros padrões de hoje está muito abaixo, mas devemos nos lembrar que esse jogo é de 1987, e para os padrões da época estavam muito bons. Ainda mais se levarmos em conta que tudo foi feito por uma equipe tão pequena.

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Estilo da versão do NES.

As influências de Yoshitaka incluem a banda desenhada ocidental, Art Nouveau, e serigrafia japonesa. Ele ganhou vários prémios pelo seu trabalho, incluído o prémio Bram Stoker de 1999 pela sua colaboração com Neil Gaiman, criador de Sandman, em Sandman: The Dream Hunters. Yoshitaka também trabalhou em algumas animações como o famoso Angel's Egg, Ayakashi, e até com outros videogames como Child of Light, da Ubisoft. Resumindo: O cara é brabo.

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Yoshitaka Amano.

Com o lançamento da edição de aniversário de 20 anos do jogo, os sprites melhoraram bastante. É um salto de qualidade enorme, e um dos principais motivos por qual eu considero a versão de PSP a definitiva. Agora os sprites conseguem transmitir melhor toda a grandeza da arte de Yoshitaka, e realmente fizeram isso muito bem.

A versão Pixel Remaster no entanto tem um estilo meio diferente que eu não curti nem um pouco... isso vai de gosto a gosto, mas acho que teria sido melhor adaptarem a versão de PSP e remasterizarem ela lançando para Steam/mobile. Tudo na pixel pra mim ficou meio simplão, até o design dos menus ficou meio doido. Mas como eu disse: isso é gosto

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Pixel Remaster a esquerda vs 20th Anniversary Edition a direita.
Trilha Sonora e Design de Som

Ah, a trilha sonora de Final Fantasy. É fantástica, apesar de terem poucas soundtracks todas elas são bem memoráveis. A OST das cidades, são inesquecíveis. As das batalhas também. Mas a minha favorita segue sendo a da batalha final, certamente uma das soundtracks já feitas.

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Nobuo Uematsu fez um trabalho extraordinário aqui. Apesar de Final Fantasy I não ser suu melhor performance na saga Final Fantasy (de longe não é), ainda assim é muito boa. A trilha sonora é uma das partes onde o jogo brilha. Alguns podem achar repetitiva, afinal como eu disse são poucas soundtracks. Mas eu particularmente amo.

Se não estou enganado a Square disponibilizou toda a OST dos Final Fantasy no Spotify. Eu colocaria aqui, mas estou no mobile então não consigo. Mas se você quiser ouvir fique a vontade, super recomendo!

Falando do Design do Som, na real, como esperado de um jogo da época é bem precário de comparado a hoje. Existem sim sons como os das espadas batendo, os trovões e explosões das magias, o som de cura dos itens e magias de curas, sons dos buffs. Mas existem algumas coisas que não possuem som nenhum, tipo barulhos de passos, e o som das águas quando você está no navio são muito baixos. Os inimigos não possuem sons próprios também, até na versão do PSP, todos eles tem os mesmos sons de ataques que os players, eu até entendo isso não ter na versão do NES, mas na do PSP podiam ter adicionado alguns sons a mais.

Conclusão

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Bom, chegamos ao fim de mais uma review minha depois de meses de hiato. Essa particularmente eu gostei demais de fazer, como eu disse: Final Fantasy é uma das minhas franquias preferidas junto com TES. E eu pretendo fazer mais reviews de cada jogo da série, o próximo vai ser Final Fantasy II. Quando? Nem eu sei, mas vai ter sim.

Quanto ao jogo, posso concluir que é uma ótimo começo para uma série lendária que se seguiria por mais de três décadas seguintes. De longe não é o melhor jogo da saga, e possui alguns problemas que não dá pra ignorar mas ainda assim é ótimo.

Quanto a nota, como sou eu que estou fazendo a review, obviamente vai ser uma nota pessoal, então cada um pode ter a opinião que quiser. Inclusive eu mesmo gostaria de saber nos comentários oque vocês acham do jogo, então comentem aí!

Foi muito divertido fazer mais uma review depois de tanto tempo fora. Um agradecimento especial ao Billy Butcher que me ajudou a relembrar alguns comandos que eu até já tinha esquecido kkkk, tmj Billy. Vou voltar com os artigos e matérias aqui, eu juro.

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Chegamos ao fim de mais uma review!
8.2
Nota
Final Fantasy pode não ser um dos melhores jogo da saga, mas certamente é um ótimo começo e marcou a época em que foi lançado
Prós
  1. Combate em turnos simples, porém agradável
  2. Dungeons da versão vanilla
  3. Plot final bem interessante
  4. Trilha sonora
  5. Design dos personagens
  6. Labirinto do Tempo
  7. Versão especial de 20 anos
Contras
  1. Dungeons da versão Dawn of Souls
  2. Inconsistência na Encounter Rate
  3. O jogo não possui sons básicos, pelo menos na versão do PSP
  4. Versão Pixel Remaster
Comic
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