Um jogo que requer paciência e controle acima de tudo
Publicado por rbmarques, em .
Depois de Star Wars: Battlefront 1 e 2 – que foram muito criticados pela falta de um modo história e pelo excesso de microtransações (compra de itens e personagens envolvendo dinheiro real) –, a EA Games volta a explorar o universo da franquia criada por George Lucas. Lançado em 15 de novembro de 2019, para PlayStation 4, Xbox One e PC, Star Wars Jedi: Fallen Order investe em uma experiência single player offline no formato de ação e aventura, na qual os jogadores devem exercitar a paciência diante de um nível de dificuldade equiparável ao de Dark Souls.

Desenvolvido pela Respawn Entertainment, o game tem início cinco anos após a execução da Ordem 66 e o começo do Grande Expurgo Jedi – ou seja, num período posterior às Guerras Clônicas e durante o regime do Império Galáctico. É neste cenário que encontramos Cal Kestis (Cameron Monaghan, de Gotham), um ex-Padawan que vive escondido como sucateiro no planeta Bracca. Porém, quando usa a Força em uma situação de perigo, o jovem retorna à mira do Império, que envia a Inquisidora chamada Segunda Irmã em seu encalço.

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No ótimo roteiro assinado por Aaron Contreras e dirigido por Stig Asmussen, Cal Kestis recebe a ajuda da ex-Jedi Cere Junda e seu piloto, Greez Dritus. A bordo da nave Mantis, o personagem é convencido a seguir as pistas deixadas pelo falecido Mestre Eno Cordova, que indica a localização de um holocron Jedi contendo uma lista com crianças sensitivas à Força. Para completar a viagem, o herói faz amizade com o simpático droide BD-1, cuja importância se dá pelo carisma, como também na abertura de portas, baús e manipulação de maquinários.

Com missões espalhadas pelos planetas Bogano, Zeffo, Kashyyyk e Dathomir, Star Wars Jedi: Fallen Order nos leva a explorar territórios perigosos e diferentes, com ecossistemas próprios e hostis. Aliás, a hostilidade chega por todas as partes. Enquanto lida com stormtroopers e os guerreiros mais fortes do Império, é bem comum encontrar pelo caminho criaturas monstruosas e muito difíceis de se derrotar. Com pontos de salvamento bem distantes, é preciso desenvolver controle e boas técnicas de combate para sobreviver aos muitos desafios que vão surgindo.

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A história da Segunda Irmã é desenvolvida de forma que torna o confronto com Cal para lá de pessoal.

Sem as tais transações, o jogo tem itens de aprimoramento e customização espalhados nas fases. No entanto, é preciso avançar na história para liberar as habilidades necessárias para se ter acesso às áreas mais estratégicas de cada de tela. Assim, você é incentivado a evoluir Cal para conseguir novos uniformes, skins para BD-1 e Mantis, e peças para o sabre de luz do Padawan. Por falar nisso, a atenção à espada Jedi é tamanha que as cores que escolher serão refletidas pelo controle do PS4. Outra novidade é a possibilidade de usar lâmina dupla ou duas armas.

Capaz de te tirar do sério pela dificuldade intimidadora, o game oferece uma experiência de imersão na rica mitologia de Star Wars, embrenhando-se em civilizações antigas responsáveis pela ascensão e queda dos Jedi, assim como uma aventura elétrica, na qual é obrigatório dominar cada comando.

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Tradutor voluntário da Revista Enigmas
Analista de Sistemas
Técnico de informática
Ufólogo
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