O designer de jogos Hideo Kojima reflete sobre o que passou após o incidente da Konami e como surgiu o Death Stranding. Em uma entrevista recente com o repórter francês Julien Chièze, Kojima explica o processo que ele havia iniciado durante o desenvolvimento de Death Stranding. Originalmente, Kojima mencionou que, como agora é um estúdio independente, eles deveriam ter se concentrado em títulos menores e mais rápidos de se produzir. Felizmente, sua reunião com o diretor de cinema Guillermo Del Toro mudou isso.
Del Toro disse: ‘Continue fazendo jogos AAA em um mundo aberto e deslumbrante, é o que as pessoas procuram em um jogo do Hideo Kojima!’ Então comecei a seguir meus instintos, a parte mais difícil foi o design dos jogos, pois é algo que nunca foi feito antes. Sei também que meus fãs estão esperando uma ótima história. Se este jogo não se sair bem, DS terá falhado em mostrar o que eu quero que vocês vejam.
Muitos ficaram surpresos quando Death Stranding foi anunciado, já que fazia pouco tempo que Kojima havia deixado a Konami com a Kojima Productions. O próprio Kojima compara Death Stranding a ter um bebê, pois todo o processo foi uma mistura de sofrimento e alegria.
Muito sufocante: em 2016, éramos poucas pessoas em um pequeno escritório, e em junho do mesmo ano, começamos o design de jogos, escolhendo o elenco sem ao menos conhecer o jogo completo. É como uma maratona em que o meio é a parte mais difícil. O começo é fácil, todo mundo está cheio de energia; então, no meio, você não consegue ver o fim e parece que nunca irá terminar, e isso é muito desgastante. Mas sinceramente, quanto mais perto chegamos do fim, mais vemos a chegada que nos dá força extra… Eu tinha muitas ideias e conceitos, mas para ser honesto, DS não foi a primeira, foi literalmente a última. Havia outro jogo que tive que abandonar e provavelmente nunca mais voltarei a ele. Então foi assim que DS nasceu.
Death Stranding será lançado em 8 de novembro de 2019 para PS4.
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