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Presidente da Valve admite que realidade virtual pode ser "um falhanço completo"

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PlayStation VR, da Sony, Oculus Rift, do Facebook e da Oculus, e HTC Vive, da HTC e da Valve, são os três principais sistemas de realidade virtual disponíveis no mercado, a que se juntam soluções móveis como o Gear VR, da Samsung.

O Vive é uma das melhores opções, ainda que seja necessário um computador com características muito específicas e caras para aproveitar ao máximo o produto. Gabe Newell, CEO da Valve, empresa que detém a Steam, a maior loja de jogos online, afirmou ao Polygon a sua convicção de que a realidade virtual está a ir num bom caminho, acreditando que esse caminho é "consistente com as nossas expectativas".

Mas mais curioso foi a sua frase seguinte "estamos também muito confortáveis com a ideia de que [a realidade virtual] se torne um falhanço completo", algo curioso dado que a sua empresa detém parte de um dos melhores produtos da área, mas que também foi explicado.

Newell defende que há demasiadas questões por resolver para poder ter muitas certezas relativamente ao sucesso garantido da realidade virtual, relacionadas, por exemplo, com o preço da tecnologia, a falta de standards abertos que ajudem a acelerar a inovação e o próprio facto de ser uma área nova que, como tantas outras, pode alcançar sucesso ou nesta fase servir apenas para cometer alguns erros que ajudem a indústria a perceber que passos deve dar a seguir.

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"Algumas pessoas atraem atenção por aparecerem e dizerem que serão milhões", os dispositivos de realidade virtual vendidos, mas o CEO da Valve tem outra ideia: "nós pensamos, wow, não me parece. Não consigo apontar um único conteúdo para justificar que milhões de pessoas mudassem o seu computador de casa", conclui.
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