Jurassic World pode se tornar realidade algum dia

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“Bem-vindos ao Parque dos Dinossauros!” Essas palavras, ditas pelo personagem John Hammond, interpretado por Richard Attenborough, deram início a uma grande aventura para milhões de pessoas, quando o sucesso de bilheteria Parque dos Dinossauros, de Steven Spielberg, foi lançado em 1993

Enquanto utilizar o DNA dos dinossauros para recriá-los pode ser algo para um futuro ainda muito distante, modificar o DNA de animais vivos para recriar a vida jurássica pode não ser tão difícil assim.

Os extintos gigantes são os ancestrais dos pássaros. Por isso, o palentólogo Jes Rust acredita que os cientistas poderiam, futuramente, modificar geneticamente o DNA de pássaros para chegar a um resultado próximo do que seria um dinossauro.

“O que poderia ser feito é algo como uma galinha com um bico que tem dentes”, explica. Se a intenção é um dino de maior porte, seria melhor optar pelo avestruz – outro pássaro cujo DNA poderia ser manipulado. O novo híbrido teria cauda e seria levemente parecido com um velociraptor, o predador inteligente da série Parque dos Dinossauros.

“Seria possível fazer uma criatura parecida com um dinossauro, digamos. Um pássaro grande com dentes e garras, algo que tem a aparência e dá a sensação de um dinossauro real”, concorda Church.

No momento, porém, o professor de genética de Harvard está trabalhando em outro grande projeto de desextinção. Caso ele e seus colegas tenham sucesso, poderia ser criado um novo parque temático, chamado “Parque Pleistoceno”. Church espera trazer o mamute-lanoso de volta à vida.

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Para tirar o cavalo da chuva de uma vez: criar um dinossauro como fizeram os cientistas do filme não passa de ficção científica – pelo menos por enquanto. Retirar sangue e DNA de dinossauros preservados em mosquitos presos em resina fossilizada “não vão funcionar”, garante o professor de paleontologia Jes Rust, da Universidade de Bonn, na Alemanha.

“O prazo limite para decifrar ou utilizar o DNA, atualmente, é de algumas centenas de milhares de anos. Na melhor das hipóteses, poderíamos, talvez, chegar a 1 milhão de anos. E isso está longe da época dos dinossauros”, explicou Rust, em entrevista à DW.

Para sorte dos humanos, o temido Tiranossauro Rex tende a permanecer extinto. Críticos da desextinção dizem que projetos como o de Church – ou a ideia de manipular o DNA de um pássaro para criar um animal semelhante a um dinossauro – são desnecessários e custam caro demais.

“Não sou fã disso porque já estamos ocupados o suficiente tentando preservar a biodiversidade que ainda temos. E mesmo se conseguirmos criar um pássaro-dinossauro híbrido, ele vai continuar sendo apenas uma curiosidade. Que utilidade há nisso?”, questiona Rust.

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