Pro Evolution Soccer 2015 deve ser o último lançamento anual da franquia, essa é uma notícia que caso se confirme, e há imensas chances de que seja confirmada, é o passo final para a PES Productions levar a franquia Pro Evolution Soccer ao patamar que ela deseja: um jogo que não fique preso apenas a consoles e computadores e inúteis lançamentos anuais, quase sempre repetitivos.
Quando decidiu mudar de engine, a Konami e PES Productions tinham em mente a escalabilidade. Um jogo que fosse possível desfrutar tanto num Playstation 4 e num XBOX One quanto num dispositivo Android ou iOS. Monte seu time, organize sua Master League ou Become a Legend num Samsung Galaxy e jogue no iPad. Comece uma partida no PC e termine-a no PSP ou num Nintendo 3DS.
“As possibilidades com a nova engine são infinitas e é uma engine com vida útil de pelo menos cinco anos sem a necessidade de novos upgrades tecnológicos. A PES Engine já é a engine mais potente hoje no mercado para games de esportes, por isso a mudança já este ano para ela”, diz uma fonte da Konami.
Já em Março na entrevista a revista EDGE, Kei Masuda e Toru Kato falavam do fim dos consoles como produto final para os games e da necessidade de criar jogos multiplataforma, escaláveis e de preferência na nuvem.
Cloud Gaming não é o futuro, é algo que já trabalhamos com Pro Evolution Soccer, diz Kei Masuda.
Basicamente, substituímos o DVD, o Blu-Ray ou qualquer outra mídia dura pelo game hospedado na nuvem. Basta sincronizar todos os seus aparelhos a um núcleo Cloud e desfrutar de Pro Evolution Soccer onde quer que esteja, onde quiser e na hora que você desejar. A cultura de sentar em frente a TV, ligar o console e por o jogo pra rodar vai acabar em breve. Não podemos ficar preso nesse esquema atual, neste hábito que já começa a dar sinais de ruína.
O fato de consoles portáteis já venderem muito mais que os consoles “de sala” como chamamos é um sinal claro que precisávamos mudar logo. Se a mudança tinha de ser feita, que fosse logo sem mais adiamentos. Lançamentos anuais estão com os dias contados, diz Naoya Hatsumi.
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