Full HD está fora das opções para a amostra da Crytek. O Digital Foundry analisa as notícias.
A Microsoft revelou que o título de lançamento da Xbox One, Ryse, não corre a nativos 1080p.
Aaron Greenberg, chefe do pessoal para o grupo de Devices and Studios, escreveu que o jogo corre na verdade a “900p”. Greenberg confirmou renderização a 1080p para o título de destaque Forza MotorSport 5, mas já se sabe que Killer Instinct – um pouco surpreendente – tem como alvo uma resolução de renderização a 720p.
Apesar de alguns poderem ficar desapontados porque alguns dos exclusivos da companhia não correrem a full HD, a situação relembra um pouco o lançamento da Xbox 360, onde títulos chave como Project Gotham Racing 3 e Perfect Dark Zero não alcançaram os nativos 720p que a Microsoft ordenou nos seus requisitos técnicos.
No caso da Xbox One, o nível de performance gráfica do sistema tem sido uma espécie de alvo em movimento desde que o silício quase final foi enviado para os programadores – as velocidades do relógio na CPU e GPU foram aumentadas, enquanto as drivers dos programadas foram consideravelmente revistas. Tendo em conta que os jogos demoram dois ou mais anos a desenvolver, as decisões nas soluções de renderização certamente devem ser tomadas antes das especificações das consolas estarem decididas.
Fontes em estúdios também sugeriram que os 32MB de ESRAM – a memória rápida para processamento gráfico de alta velocidade – poder favorecer alvos de renderização de menor resolução. Este é um tópico ao qual esperamos regressar em breve com dados concretos de fontes oficiais.
Então o que significa mesmo a redução na resolução para a qualidade de imagem? É um tópico que cobrimos recentemente no nosso artigo podem os jogos multi na Xbox One competir com os da PlayStation 4, usando Crysis 3 – um dos títulos PC mais ricos visualmente – como referência. Acontece que este jogo é da mesma companhia que Ryse e baseado na mesma tecnologia CryEngine. Para os propósitos deste teste, presumimos que “900p” tem o mesmo nível de scaling no eixo x, dando-nos um framebuffer de 1600×900.
Apesar de preferirmos claramente 1080p como resolução alvo, podemos dizer que a redução na qualidade não tem tanto impacto quanto poderiam esperar – surpreendente tendo em conta que estamos a olhar para uma queda de um terço na resolução geral. Em movimento, pixeis upscaled maiores podem ser mais perceptíveis mas elementos persistentes o ecrã – tal como HUD – provavelmente serão renderizados a nativos 1080p.
A lição dos nossos testes com o Crysis 3 rico em detalhe foi que a situação não é tão problemática quanto é nas consolas de atual geração, onde imagens sub-720 que podem parecer mesmo feias, particularmente ao lado de anti-aliasing pós-processamento. No entanto é claro que o julgamento final em títulos multi de próxima geração que empregam diferentes resoluções estará reservado para as nossas comparações com o código final nas nossas mãos.
A Upscaling cresceu muito desde que as atuais consolas chegaram em 2005/2006, e podemos imaginar que os programadores de jogos Xbox One e numa medida menor da PS4 irão empregar framebuffers sub-nativos para alcançar os seus alvos de performance, especialmente nos jogos de primeiro geração. Perante a escolha de uma experiência de jogo consistente a 900p ou 1080p com um impacto no rácio de fotogramas, preferimos sempre a performance mais suave.
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