A Alcatel-Lucent, no âmbito do evento “A Day in the Cloud” realizado no dia 21 de Setembro, na sua sede em Cascais, apresentou ao mercado português um conjunto de aplicações potenciadas pela Cloud assentes na filosofia Carrier Cloud, que incluem uma oferta alargada B2B e B2C para operadores.
Foram reveladas algumas soluções inovadoras a nível mundial como o Cloud Gaming, que permite jogar um determinado jogo sem a necessidade de instalação no equipamento (PC ou tablet), correndo o mesmo directamente nos servidores, o que retira a necessidade de investimento em hardware ou software e modelos de venda de videojogos on demand mais diferenciados e ajustados à realidade de cada jogador. Inclui ainda a hipótese de amigos do jogador poderem acompanhar o jogo deste numa localização geográfica diferente.
Mais uma das novidades é a Cloud Unified Communication, que possibilita a transição de um diálogo em até cinco equipamentos diferentes sem perda de capacidade, podendo uma chamada arrancar no telemóvel passar para um telefone fixo e para uma videochamada num PC sem que seja necessária a conclusão da chamada. O utilizador pode, neste contexto, decidir de raiz qual ou quais os equipamentos em que está disponível nos principais locais ao longo do seu dia.
De referir também a solução Cloudband, que permite aos operadores gerirem a oferta cloud end-to-end, tirando o máximo partido da sua rede de telecomunicações para competir com os maiores players mundiais numa lógica de Carrier Cloud e Virtual Desktop que garante a oportunidade às empresas de desenharem, desenvolverem e implementarem a sua rede informática de uma forma centralizada e optimizada na cloud, permitindo entregar a cada colaborador as capacidades de software e de armazenamento actualizadas no equipamento que mais lhe convém em cada momento. Com um acesso seguro, o colaborador pode aceder via tablet, pc ou laptop via internet ao seu desktop, sem colocar em risco informação crítica da empresa, gravada na Cloud e não no seu equipamento.
Por fim, surge uma solução muito apelativa para o mercado português que conta com índices de adopção de IPTV elevados – Cloud DVR – que permite que todas as gravações deixem de ser efectuadas no disco rígido da set-up-box existente em casa para passarem para a Cloud e assim serem disponibilizadas nos vários equipamentos que possuímos que tenham acesso à internet (TV, PC, tablet ou smartphone), sem uma obrigação geográfica precisa. Incorpora ainda a possibilidade de ordem de gravação a partir de qualquer um destes equipamentos onde quer que o utilizador se encontre com acesso internet.
A Minha pergunta é: Para quando este serviço no Brasil?
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