Parece que a Microsoft já tem suas armas para combater o inevitável avanço da participação do Chrome no mercado de navegadores. Mas ao invés de focar na atualização do seu próprio Internet Explorer, implementando suporte cada vez mais avançado para o HTML5 e outras tecnologias usadas na web, a gigante de Redmond decidiu que seria melhor tomar uma rota alternativa: excluir o Chrome dos comptuadores com uma ajudinha do Microsoft Security Essentials, seu anti-vírus gratuito.
Segundo relata o site ZDnet, diversos usuários tiveram suas instalações do Chrome corrompidas e foram impedidos de reinstalar o navegador depois que atualizaram o anti-vírus para as definições de número 1.113.656.0, que o identifica como uma variação do vírus PWS:Win32/Zbot.
Ok, não achamos mesmo que a criadora do Internet Explorer disponibilizou intencionalmente uma atualização corrupta para o Security Essentials com o objetivo único de limar a concorrência. Mas é bem conveniente que o navegador do Google fosse o único afetado por esse falso-positivo. Felizmente a Microsoft admitiu o erro e pediu desculpas.
Em uma declaração ao ZDNet um porta-voz da empresa disse que cerca de 3 mil usuários do software de segurança foram afetados e que novas definições, dessa vez com o número 1.113.672.0, já foram liberadas para corrigir o problema. Os usuários afetados, no entanto, devem atualizar manualmente.
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