Apesar de não adiantar maiores detalhes, o diretor de Finanças e Relações com Investidores da concessionária, Alex Zornig, admitiu que a empresa lançará o serviço em 10 cidades – a maior parte na região 2, a da Brasil Telecom, onde a concorrente GVT, recém-lançou o produto. A oferta do chamado ‘quad play’ – fixa, móvel, banda larga e TV – será lançada em 2010 em todo o país. A operadora terminou o semestre com 4,1 milhões de assinantes da Banda Larga – não opera o serviço em São Paulo e nessa base não estão inclusos os usuários da banda larga móvel 3G, contabilizados na carteira da telefonia celular.
Zornig, que participou nesta sexta-feira, 14/08, de teleconferência de resultados do segundo trimestre com a imprensa, garantiu que o projeto de banda ultralarga não é uma ‘ação defensiva’ da concessionária, mas, sim, uma visão estratégica para a oferta de serviços combinados. “Não vamos ficar apenas na região da Brasil Telecom. Teremos cidades na nossa região também. Mas esse é um projeto significativo para a Oi”, afirmou o executivo que, no entanto, não quis adiantar dados, mas garantiu que haverá ofertas de 100 Mbits.
No primeiro semestre, a concessionária investiu R$ 1,8 milhão sendo 54% na telefonia fixa e banda larga ( tradicional fibrada) e 46% na telefonia móvel. Os investimentos totais da operadora para 2009 estão mantidos entre R$ 5 bilhões e R4 6 bilhões. O Estado de São Paulo teve papel significativo na estratégia da operadora, especiamente, na telefonia móvel.
A empresa contabilizou 3,5 milhões de assinantes pré-pago ativos ( que fizeram algum tipo de recarga) e 150 mil no pós-pago.”A adição liquida no período em São Paulo foi de 1,5 milhão de assinantes. Para o segundo semestre, vamos reforçar nossa estratégia para atender e ampliar o cliente pós-pago. Neste cenário, a 3G – onde temos uma cobertura significativa no estado – será crucial para o sucesso dos nossos planos”, afirmou Zornig.
Resultados
Na divulgação dos resultados do segundo trimestre do ano, a concessionária reportou que foi a empresa de telecomunicações que mais conquistou clientes nos primeiros seis meses. De janeiro a junho, a companhia registrou adições líquidas de aproximadamente 3,9 milhões, ampliando sua base para 59,8 milhões de usuários. Deste total, 21,8 milhões estavam em telefonia fixa, 33,9 milhões em telefonia móvel e 4,1 milhões em banda larga. Os números estão consolidados com os da Brasil Telecom, adquirida em janeiro de 2009.
A expansão no semestre foi liderada pelo serviço de telefonia móvel, no qual a Oi respondeu por 43% do crescimento nacional no semestre. A empresa foi a única que ampliou sua participação no mercado brasileiro nesse período, saltando de 19,9%, em dezembro de 2008, para 21,2%, em junho. Em São Paulo, onde estreou em outubro do ano passado, a Oi encerrou o semestre com mais de 3,6 milhões de clientes, cerca de 9% do mercado no estado. Na região da antiga Brasil Telecom (Região II), em apenas dois meses operando com a marca Oi, a companhia elevou em mais de 1 ponto percentual seu market share (16,2%, no segundo trimestre, contra 15%, no trimestre anterior).
A companhia informa que, de janeiro a junho, 293 municípios foram incorporados à cobertura de telefonia móvel da empresa e 378 municípios se somaram à cobertura de banda larga (tradicional), que atingiram, respectivamente, 2.604 e 2.373 municípios. No semestre, a Oi obteve receita bruta de R$ 22,4 bilhões, 5,3% superior à de igual período do ano passado.
O Ebitda (lucro antes de despesas financeiras, impostos, depreciações e amortizações) consolidado e ajustado atingiu R$ 4,8 bilhões, recuo de 7% em relação a igual período de 2008. A variação foi determinada, principalmente, pelo acréscimo de custos gerados pelas operações em São Paulo ” que ainda não haviam começado no primeiro semestre do ano passado ” e pelos efeitos da uniformização das políticas contábeis entre Oi e BrT.
A margem Ebitda ajustada atingiu 32,6%. No primeiro semestre do ano, a Oi teve resultado líquido negativo de aproximadamente R$ 135 milhões. Este resultado é explicado, principalmente, por impactos fiscais temporários em razão da amortização do ágio relativo à aquisição do controle acionário da Brasil Telecom.
Ao fim de junho, a dívida líquida da empresa era de aproximadamente R$ 21,7 bilhões, contra R$ 19,2 bilhões do fim de março. O aumento se explica, principalmente, pela utilização do caixa da companhia no leilão de oferta pública de ações (OPA) para os minoritários da Brasil Telecom, no qual foram desembolsados cerca de R$ 2,7 bilhões.
A versão gratuita também chega ao PS5 em 10 de novembro, enquanto o jogo completo… Ver mais
Metroid Ravenous chega em janeiro, enquanto Final Fantasy VII Revelation está marcado para abril. Ver mais
Obbe Vermeij estima que uma conversão não oficial com IA poderia custar dezenas de milhares… Ver mais
Na Steam brasileira, os clássicos custam a partir de R$ 12, enquanto as edições de… Ver mais
Strauss Zelnick acredita que o tamanho dos jogos e a dependência de servidores oficiais dificultam… Ver mais
Campanha de merchandising para o N7 Day provoca revolta, enquanto fãs mobilizam petições para tentar… Ver mais