Agora a HP está usando sua tecnologia de cabeças de impressão e desenvolvendo uma solução médica. O protótipo é uma peça de uma polegada quadrada, com 400 agulhas de 150 micrômetros de comprimento (1 micrômetro == 1 milésimo de milímetro), cada uma ligada a um reservatório de 1mm cúbico, podendo ser acionadas individualmente.
A idéia é que um chip no equipamento monitore a atividade vital do paciente, e reaja de acordo.
Aplicações futuras incluem uso militar. Imagine um sensor detectando uma arma química, e despejando atropina na corrente sangúinea do sujeito, outro detectando um trauma inesperado e inundando o organismo com morfina, ou um sensor que detecte perda de atenção e fadiga, e caso o soldado esteja em situação de combate, para protegê-lo são liberadas anfetaminas ou outros estimulantes.
Tudo de forma transparente e sem dor. Como cada reservatório pode ter uma droga específica, o equipamento pode ser versátil E barato, desde que não seja facilmente hackeável. Não deve ser interessante estar no trem apertado indo pra casa e um engraçadinho invadir os implantes de todo mundo e despejar Viagra na corrente sanguínea dos passageiros.
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