Phantom Blade Zero tem data marcada para chegar às lojas em 28 de outubro. E a S-Game não está pensando pequeno. O estúdio quer que o título se firme como um candidato legítimo ao Game of the Year, e as informações divulgadas no mais recente State of Play dedicado ao jogo mostram por que essa ambição não é sem fundamento.
São quatro modos de dificuldade, mais de 30 armas e uma mecânica de morte permanente que transforma a própria premissa da história em uma regra de jogo. A narrativa do jogo é direta: o protagonista tem 66 dias de vida para encontrar uma cura antes que uma morte inevitável chegue.
Esse conceito, que poderia ficar apenas no papel, foi levado a sério pela S-Game e se materializa em um dos quatro modos de dificuldade disponíveis.
Leia Mais
São eles:
- Wayfarer: O modo mais acessível, pensado para uma experiência intuitiva e cinemática.
- Pathbreaker: Um nível intermediário ainda a ser detalhado, um pouco mais complexo sem representar um salto brusco de desafio;
- Hellwalker: O modo difícil, que exige domínio real das mecânicas de combate;
- 66 Days: O modo que une narrativa e mecânica de forma mais radical. Funcionalmente parecido com o Hellwalker, mas com uma diferença brutal: cada morte desconta uma das 66 vidas do protagonista. Se todas se esgotarem, a partida encerra de forma definitiva sem continuar, sem tentar de novo (morte permanente).
Essa escolha de design é interessante porque não isola o jogador casual do hardcore. Quem quiser apenas aproveitar a história tem o seu modo; quem quiser sentir o peso real de cada combate pode colocar as 66 vidas em risco.
Sem mundo aberto, mas com muito espaço para explorar
A S-Game também confirmou que Phantom Blade Zero não será um jogo de mundo aberto. A estrutura será de zonas amplas e exploráveis, repletas de segredos. É exatamente nesse formato que o vasto arsenal do jogo faz mais sentido, há espaço para descoberta, mas com foco e direção.
E quando se fala em arsenal, os números impressionam: o jogo contará com mais de 30 armas, divididas entre opções primárias e secundárias.
Algumas das já detalhadas são:
- Espada bêbada: Gera energia bêbada, melhora a evasão do personagem e aplica atordoamento nos inimigos;
- Espadas gêmeas: Utilizadas para ataques à distância;
- Espada da serpente: Capaz de contornar a defesa de um oponente;
- Manoplas e martelos: Ideais para destruir defesas mais resistentes e blindadas;
- Canhão do tigre: Causa dano expressivo a inimigos em longas distâncias;
- Juba flamejante: Especialmente eficiente contra grandes grupos de inimigos.
Além da variedade em si, a progressão de cada arma também foi detalhada. Melhorar um item desbloqueia técnicas únicas vinculadas a ele. E para quem se arrepender das escolhas feitas, a S-Game confirmou a existência de um objeto que permite remover as melhorias e recuperar todos os recursos investidos, uma adição que evita frustrações e incentiva a experimentação sem punição permanente.
Em Phantom Blade Zero, acusado de ter matado seu mestre, o coração do Soul é ferido de forma devastadora, deixando-o com apenas 66 dias para viver. Sozinho e perseguido, ele vaga por Wulin para desvendar a conspiração que sequestrou o mundo marcial. Através de chuva e sangue, bondade e vingança, ele embarca em uma jornada na qual o amor e o ódio se encontram na busca por um coração.
Phantom Blade Zero chega em 28 de outubro para PC e PS5. A pré-venda já está disponível por R$ 229,90. O jogo contará com suporte para português do Brasil nos menus e legendas.
Fonte: Areajugones