Theos: Cities of Myth foi anunciado para PC, trazendo uma abordagem moderna ao gênero de city-builder ambientada em uma Grécia Antiga reimaginada, onde história e mitologia coexistem. O jogo é desenvolvido pela mesma equipe responsável por Pharaoh: A New Era e coloca o jogador no papel de fundador de uma nova pólis, dedicada a um dos 7 deuses do panteão grego.
A premissa central gira em torno da escolha de uma divindade padroeira, decisão que molda diretamente o desenvolvimento e a identidade da cidade ao longo de toda a campanha. O game lista Zeus, Atena, Hermes, Ares, Posêidon, Hera e Dionísio como as opções disponíveis, cada uma com seu próprio conjunto de bônus e exigências. Construir uma metrópole cultural sob os auspícios de Atena é uma proposta completamente diferente de erguer uma potência militar em nome de Ares, ou de estabelecer um centro comercial digno da bênção de Hermes.
Gestão clássica, com camadas de profundidade
No núcleo do gameplay está a administração de um ecossistema de abastecimento complexo. O jogador precisa planejar redes de estradas eficientes para garantir que os cidadãos tenham acesso a comida e segurança, além de gerenciar mercados, instalações de produção e armazenamento, escolas de filosofia, teatros e templos. O objetivo é equilibrar a satisfação da população com as demandas da divindade escolhida, e os dois lados nem sempre querem a mesma coisa.
Templos e monumentos erguidos em honra ao deus padroeiro geram favor divino, que por sua vez permite atrair heróis lendários para a cidade. Esses personagens podem ser enviados em quests inspiradas diretamente nos mitos e nas histórias da Grécia Antiga, adicionando uma camada narrativa ao gerenciamento urbano.
Expansão territorial e diplomacia entre cidades-estado
A pólis do jogador não existe isolada. O mapa é habitado por outras cidades-estado, cada uma com suas próprias ambições, que crescem e evoluem em resposta às decisões tomadas durante a partida, influenciando o equilíbrio de poder da região. Para lidar com elas, o jogo oferece múltiplos caminhos: formar alianças, desenvolver rotas comerciais, competir por recursos, recrutar exércitos para defender o território, apoiar aliados ou conquistar rivais.
Além das fronteiras da cidade principal, é possível expandir fundando colônias para sustentar o crescimento e desbloquear novas oportunidades de comércio com outras cidades-estado da Grécia Antiga. A escala da pólis evolui de um modesto assentamento até uma metrópole capaz de atrair figuras tanto mitológicas quanto históricas, dependendo do poder econômico, cultural ou militar acumulado.