A Digital Foundry publicou sua análise técnica de Forza Horizon 6, e o veredicto é claro: o ray tracing é o elemento que separa o novo jogo da Playground Games de praticamente tudo o que veio antes. A análise detalha como a tecnologia opera de formas distintas no PC e nos consoles da família Xbox Series.
O mundo aberto do jogo não tenta reproduzir Tóquio em escala real. A Playground Games optou por capturar os aspectos mais icônicos da cidade em uma versão compacta, com ruas mais largas, tráfego menos caótico e uma densidade urbana reduzida. A ausência de pedestres é notada, mas a direção de arte compensa com folga. O uso de cores, materiais e iluminação é apontado pela Digital Foundry como verdadeiramente excepcional, principalmente no PC.
Em relação ao capítulo anterior da saga, a Playground Games introduziu a iluminação global em ray tracing, que opera em conjunto com o rendering tradicional para aprimorar o comportamento da luz nos ambientes. O resultado são sequências visivelmente mais críveis do ponto de vista fotográfico.
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Ainda mais expressivo é o novo sistema de reflexos em ray tracing. Em vez das cubemaps estáticas e da screen space reflection usadas pela maioria dos jogos, o sistema projeta os edifícios diretamente nas carrocerias dos carros. É no PC, no entanto, que Forza Horizon 6 mostra seu potencial máximo, com ambos os recursos operando em plena capacidade.
No Xbox Series X, o jogo roda em 4K dinâmico a 60 FPS. No Xbox Series S, a resolução cai para 1080p dinâmico, mas o frame rate de 60 FPS é mantido em ambos os casos. O ray tracing, porém, fica restrito à modalidade qualidade a 30 FPS. Nessa configuração, os reflexos avançados aparecem apenas nas carrocerias dos veículos, não nos elementos ambientais, que continuam utilizando cubemaps e screen space reflection.
Forza Horizon 6 será lançado em 19 de maio para PC, Xbox Series S|X e Xbox Game Pass. Uma versão de PS5 está em andamento.
Fonte: Multiplayer.it