Ontem noticiamos um novo relatório que estava entre os do ataque de ramsoware na Capcom, na qual se tratava de Resident Evil: Village, e divulgava supostas informações sobre a parceria com a Sony Interactive Entertainment.
Apesar de extremamente comuns, alguns jogadores ficaram surpresos com a descrição de proibir que o título chegue (por um tempo limitado) a serviços como Google Stadia Pro e Xbox Game Pass.
Daniel Ahmad (analista da Nikko Partners) quis esclarecer no Twitter especificando como, na realidade, o que foi assinado entre a Capcom e a Sony é um contrato padrão idêntico ao também proposto pela Microsoft para terceiros.
No Twitter, Ahmad mostra um exemplo de acordo feito entre Microsoft com uma editora Third-Party para um jogo, garantindo a mesma exclusividade ao Xbox, em demos, conteúdos, marketing, e também proibindo que o título chegue a serviços como a PlayStation Plus por um período de tempo.
https://twitter.com/statuses/1384778348203847681
A indústria de videogames é conhecida por ter esses acordos com editoras terceiras há algumas décadas, algo que foi ainda mais aumentado desde 2007 e 2008, com acordos de Call of Duty ao Xbox 360, e os de Battlefield com o PlayStation 3.
Muitos acharam que isso era algum movimento “fora do comum”, quando na verdade, é bastante normal a adoção de exclusividade na parceria com algum título externo, de editoras como a Capcom, Electronic Arts, Ubisoft, Activision, Rockstar Games, e demais outras.