Project Rabbit é o título de estreia da Novaflare, estúdio sul-coreano relativamente novo formado por veteranos da NC (antiga NCSoft). O jogo foi revelado ao mundo com um trailer, e a proposta chama atenção pela combinação incomum de elementos: trata-se de um soulslike de ação e RPG com mecânicas de extração, ambientado em uma releitura sombria de Alice no País das Maravilhas.
A descrição oficial do estúdio define Project Rabbit como um “extraction soulslike action RPG”. A estrutura de cada sessão segue a lógica do gênero de extração: o jogador entra em campo, combate inimigos, reivindica tesouros e precisa sair vivo até o final de cada run. Esse ciclo é embalado pelos pilares clássicos dos soulslikes, desvios precisos, parries, leitura de padrões de inimigos e chefes com múltiplas fases, como sugere o confronto exibido no trailer.
Um dos aspectos mais distintos de Project Rabbit é sua construção de mundo. O jogo mistura referências culturais orientais e ocidentais de forma deliberada: castelos europeus aparecem lado a lado com casas coreanas de telhado tradicional, e totens jangseung, guardiões de aldeias típicos da cultura folclórica coreana, dividem espaço com carruagens puxadas a cavalos de estética ocidental.
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De acordo com a página da produção no Steam, o jogo se passa no “Abismo do Tempo”, um único mundo que funciona como uma amálgama de diferentes reinos. Os seres que habitam esse lugar são consumidos pela loucura, e cabe ao jogador repelir seus ataques ao lado de Alice, ao mesmo tempo em que descobre tesouros escondidos e desvenda os segredos enterrados nessas terras. A página também menciona que o jogador poderá forjar seu próprio estilo de combate experimentando inúmeras combinações de armas, equipamentos e habilidades.
Não há data de lançamento divulgada até o momento. O jogo já conta com uma página ativa no Steam.
Fonte: Automaton Media