Bandai Namco
A Sony confirmou a compra de 2,5% das ações da Bandai Namco, em um movimento que equivale a mais de 460 milhões de dólares. Com isso, a fabricante do PlayStation ultrapassa a Nintendo, que até então era a maior acionista do setor de videogames na companhia, com uma fatia de 1,7%.
A notícia vem acompanhada de uma reestruturação interna na Bandai Namco que, segundo as informações confirmadas, não se limita à divisão de videogames. Os pilares de arcades, brinquedos e filmes também serão afetados pelas mudanças no organograma da empresa, dona de licenças como Pac-Man, Tekken e Dragon Ball.
A pergunta que fica para a comunidade gamer é óbvia: isso vai mudar alguma coisa nos jogos? A resposta, ao menos por enquanto, parece ser não. A avaliação é de que o movimento é puramente estratégico, e a lógica faz sentido quando se olha para o portfólio da Sony.
A empresa controla a Crunchyroll e a Aniplex, dois braços pesados da indústria do anime. A Bandai Namco, por sua vez, detém o controle de diversas franquias de anime de peso, o que torna esse alinhamento de interesses bem mais relevante do que qualquer acordo de exclusividade de jogo.
O histórico com a Nintendo serve de parâmetro para entender como esse tipo de participação acionária pode se traduzir na prática. A fatia de 1,7% da fabricante de Super Mario e Zelda resultou em colaborações concretas, sendo a mais emblemática o lançamento de Super Smash Bros. Ultimate. Se a Sony seguirá um caminho parecido com sua participação maior, ainda está por ser visto.
O aporte chega em um período de dificuldades para a Bandai Namco e para parte dos estúdios que trabalham com ela. A companhia não escapou da onda de cortes que assola o setor de videogames nos últimos tempos, e parceiros como os criadores de Little Nightmares sofreram demissões que chegaram a um terço do quadro de funcionários.
Apesar do cenário adverso, a Bandai Namco manteve uma agenda movimentada de anúncios recentemente. A empresa confirmou o retorno de Captain Tsubasa com um novo jogo, revelou um RPG de ação para consoles e PC dentro do universo de Sword Art Online, apresentou os conteúdos da temporada 3 de Tekken 8 e acabou expondo acidentalmente que o jogo conhecido como Dragon Ball Age 1000 seria, na realidade, Dragon Ball Xenoverse 3.
Fonte: Vandal
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