O beta de Call of Duty: Black Ops 7 começou no dia 2 de outubro e, poucas horas depois, jogadores já relatavam a presença de cheaters usando wall hacks e aimbots. Clipes circularam nas redes sociais mostrando trapaças em ação, e a Treyarch confirmou que algumas contas foram banidas manualmente.
Apesar de o beta exigir que os PCs tenham TPM 2.0 e Secure Boot ativados para criar um ambiente mais seguro, o sistema Ricochet Anti-Cheat, da Activision, ainda não foi implementado nesta fase. Segundo a desenvolvedora, ele só entrará em funcionamento no lançamento oficial, em 14 de novembro.
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Veja o cheater em ação
@ItsHapa wtf i thought it was gonna be new cod new anticheat changes? why are there cheats already up pic.twitter.com/erDg8ndaRU
— HateToSeeMeComing (@Hatetoseey5240) October 2, 2025
O caso reforça o ciclo recorrente da franquia: trapaças surgem nos testes e primeiras versões, e só depois uma atualização de anti-cheat consegue banir em massa os infratores. Não por acaso, a Activision anunciou que permitirá a jogadores de console desativar o crossplay, já que a maioria dos cheaters está no PC.
Vale lembrar que não é um problema exclusivo de Call of Duty: o concorrente Battlefield 6 também enfrentou cheaters em seu beta aberto, com a EA afirmando ter banido mais de 300 mil jogadores durante o período de testes.
Call of Duty: Black Ops 7 será lançado oficialmente em 14 de novembro de 2025 para PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One e PC. O título também estará disponível desde o primeiro dia para assinantes do Xbox Game Pass.
Fonte: Eurogamer
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