Claws of Awaji
A Ubisoft lançou hoje Assassin’s Creed Shadows: Claws of Awaji, a primeira grande expansão para o mais recente capítulo da franquia de assassinos. As primeiras notas da DLC começaram a sair e a recepção tem sido mista.
Claws of Awaji encontra-se com uma média de 70 no MetaCritic e 69 no OpenCritic. A expansão foi elogiada por trazer uma ilha pequena, porém densa, com ritmo mais focado e finalmente um desfecho para a história, a qual parecia incompleta no jogo base. Por outro lado, as críticas recaem sobre a falta de novidades empolgantes, uma narrativa considerada esquecível, a ausência de uma nova arma para Yasuke e a falta de aprofundamento no conflito entre Assassinos e Templários.
Assassin’s Creed Shadow: Claws of Awaji é um excelente refinamento do jogo base, trazendo uma nova ilha pequena, porém densa, uma história mais focada e a maior parte dos excessos do jogo original eliminado.
Claws of Awaji oferece um novo local sólido para explorar, uma arma divertida para Naoe e uma boa conclusão para a história do jogo, que inicialmente parecia incompleta.
Claws of Awaji é um DLC que reflete tanto os pontos fortes quanto as fraquezas de Assassin’s Creed Shadows: alguns elementos narrativos são interessantes, mas a história termina sem grande empolgação e não aprofunda suficientemente o conflito renovado entre Assassinos e Templários. A introdução de uma nova arma para Naoe dá um pouco mais de dinamismo ao combate, mas a jogabilidade permanece basicamente a mesma: no fim, Awaji é uma ilha que replica o mesmo ciclo de exploração do jogo base em escala menor, sem adicionar novidades significativas.
Sua história esquecível e a falta de atividades paralelas interessantes não diminuem a diversão de cavalgar pelas terras turbulentas da região, usando força bruta e subterfúgio para derrotar mais uma sombria cabala de vilões. No entanto, também não apresenta um argumento convincente para a necessidade de mais história.
Com um design de missões mediano, falta de polimento e uma história esquecível, Claws of Awaji evidencia como a abordagem da série de priorizar quantidade em vez de qualidade continua a falhar. Embora a arma Bō de Naoe e a excelente linha de missões de Nowaki se destaquem, elas acabam ofuscadas por escolhas de design questionáveis que comprometem a experiência, tornando a expansão válida apenas para os fãs mais dedicados.
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