Essa novela entre a compra da Activision Blizzard pela Microsoft vai continuar por um longo período entre a Sony tentando de tudo para barrar essa compra e a gigante Microsoft se defendendo.
Recentemente foi divulgado que a compra foi aprovada aqui no Brasil pelo CADE, no entanto, ainda falta ser aprovada no Reino Unido e por lá, o CMA está pegando pesado com a Microsoft.
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A Microsoft comentou a análise do acordo com a Activision Blizzard, que foi fornecida pela Autoridade Reguladora do Reino Unido (CMA). Após as declarações da Sony, Microsoft disse que tais preocupações eram “injustas” e alegou que “deu atenção para as reclamações da Sony sem o nível adequado de revisão crítica, além de parecer ter ficado ao lado da Sony.
A Microsoft comenta novamente que sua posição no mercado de jogos não pode representar uma ameaça para a Sony, mesmo após a aquisição da Activision Blizzard.
A Microsoft lembra que o PlayStation é a plataforma líder no mercado há mais de 20 anos, com uma base instalada de mais de 150 milhões de consoles, tornando-o maior que o Nintendo e mais que o dobro do tamanho do Xbox.
“Essas teorias de danos sem suporte não são suficientes para justificar uma referência à Fase 2, disse a Microsoft. A sugestão de que o líder de mercado incumbente, com poder de mercado claro e duradouro, possa ser excluído pelo terceiro maior provedor como resultado da perda de acesso a um título não é crível. Embora a Sony possa não dar boas-vindas ao aumento da concorrência, ela tem a capacidade de se adaptar e competir.”
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Além disso, a Microsoft lembrou que a própria Sony adquiriu recentemente vários estúdios como a Bungie e Haven e afirmou que em 2021 havia mais de 280 títulos exclusivos no PlayStation, sendo quase cinco vezes mais que o Xbox.
“Em suma, a Sony não é vulnerável a uma hipotética estratégia de encerramento, e a decisão de referência incorretamente se baseia em declarações egoístas da Sony que exageram significativamente a importância de Call of Duty para ela e negligenciam a clara capacidade da Sony de responder competitivamente.
Embora a Sony possa não dar boas-vindas ao aumento da concorrência, ela tem a capacidade de se adaptar e competir. Os jogadores acabarão se beneficiando dessa maior competição e escolha.”
A Microsoft reiterou sua intenção de manter Call of Duty nos consoles PlayStation, alegando que tirar a série do console rival “mancharia as marcas Call of Duty e Xbox”. A empresa também argumentou que trazer os jogos da Activision Blizzard para o Game Pass ofereceria aos jogadores mais opções.
Por fim, a Microsoft afirmou que, se os jogadores optarem por deixar o PlayStation pelo Xbox, seria porque o Xbox está oferecendo essa opção adicional em relação ao seu concorrente.
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