Não é de hoje que já falamos sobre o estado no mínimo complicado que é o desenvolvimento do novo Call of Duty, na qual se passará durante os eventos da Segunda Guerra Mundial, sendo sequência de COD WWII de 2017, e que está sendo feito com extremos problemas, seja por conta do home-office, ou porque os estúdios não estão tendo brigas e divergências internas, com o produto sendo feito correndo em menos de 2 anos.
Quem lidera esse novo COD é a Sledgehammer Games, estúdio fundado em 2009 por Glen Schofield, Michael Condray e Bret Robbins, criadores e diretores do Dead Space (porém os três sairam da Sledgehammer em 2018). Enquanto eles estavam no estúdio, a Sledgehammer foi responsável por Modern Warfare 3, Advanced Warfare e WWII, e este novo Call of Duty é o primeiro do estúdio sem a liderança do seus diretores originais.
O jogo ainda não foi oficialmente apresentado, mas o grande número de vazamentos e leaks apontam que seu título será Call of Duty: Vanguard. Esses, porém, não são os únicos rumores que circulam sobre a produção.
Continuamos a ouvir falar do seus constantes problemas de desenvolvimento, que estão gerando um enorme pessimismo na comunidade. Em sua última postagem no YouTube, o famoso insider Tom Henderson, bastante confiável ao longo de muitos anos por acertar literalmente tudo sobre Call of Duty e Battlefield com extrema antecedência, aumentou a aposta ao falar sobre um Call of Duty menos ambicioso do que o esperado.
De acordo com suas fontes, o componente multiplayer de Call of Duty: Vanguard “não será tão bom”, já que ele vai beber quase inteiro de Call of Duty: Black Ops Cold War, com alguns acréscimos exclusivos. Henderson falou que é como ”Cold War 2.0”.
Aparentemente, a Sledgehammer Games tinha muitas ideias e desejos de realizar mudanças no novo Call of Duty, mas que foram infelizmente destruídas pelo alto escalão de sua editora, Activision, seja porque ela não quer que o título seja megalomaníaco em termos de orçamento, ou porque ela não quer que Vanguard atrapalhe o Warzone.
Para piorar a situação, um grande número de desenvolvedores da Sledgehammer Games foram supostamente movidos para trabalhar em Call of Duty: Warzone, e com isso, a equipe por da Sledgehammer Games trabalhando ativamente no novo Call of Duty está muito abaixo das expectativas, pelo menos de um ponto de vista quantitativo.
Esta não é a primeira vez que ouvimos falar do foco excessivo da empresa em Call of Duty: Warzone, que se tornou uma mina de ouro para a Activision, fazendo com que a empresa colocasse todos os seus estúdios, até mesmo os que nunca nem fizeram um COD, a criar conteúdos e atualizações do jogo.
Com isso dito, parece que o sucesso de COD: Warzone pode terminar sendo a ruína de Call of Duty 2021.